Cuiabá
Baixinha participa da lavagem da escadaria do Rosário:
Cuiabá
A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) representou a Câmara Municipal no ritual simbólico da lavagem da escadaria da igreja Nossa Senhora  do Rosário, em Cuiabá, realizado no sábado (28).
Foi a 9ª edição da lavagem das escadarias da igreja, que fica no coração do Centro Histórico da capital. Devotos de São Benedito e de Nossa Senhora do Rosário participaram do ato simbólico. 
Ao soltar uma pomba branca que simboliza a paz entre os povos,  Baixinha pontuou que este é o momento de celebrar a paz. “Vamos festejar e celebrar a paz entre os povos e as religiões. Precisamos de amor ao próximo, amor é o sentimento que temos que resgatar”, destacou ela, que continuou:
“Este ato nos ajuda a promover a igualdade racial e cultural. Também nesta oportunidade temos que  levantar a bandeira contra todas as formas de racismo, violência, discriminação racial e intolerância religiosa, além de dar visibilidade às ações culturais.”
A ação é um dos ritos mais antigos da Capital. As festividades de São Benedito acontecem de 3 a 6 de julho.
Cuiabá
Plenário vota moções contrárias à indicação de Jorge Messias ao STF
Antoniel Pontes | Assessoria do vereador Ranalli
Com 11 votos favoráveis, a Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, na sessão desta quinta-feira (23), duas moções de repúdio contra a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal. As propostas foram apresentadas pelos vereadores Rafael Ranalli (PL) e Dilemário Alencar (União Brasil), levando ao plenário a discussão sobre a escolha para a mais alta Corte do país.
As manifestações fazem oposição direta à nomeação, sob o argumento de que a trajetória do indicado estaria fortemente vinculada a governos petistas, o que, segundo os parlamentares, levanta dúvidas sobre a independência necessária para o exercício do cargo.
Na justificativa, Ranalli destaca que a indicação gera “profunda preocupação” e menciona o episódio conhecido nacionalmente como “Bessias”, ocorrido em 2016, durante o governo Dilma Rousseff. À época, o nome de Messias apareceu em diálogos relacionados ao envio de um termo de posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em meio às investigações da Operação Lava Jato, fato que teve grande repercussão pública.
As moções também apontam críticas à atuação do indicado à frente da Advocacia-Geral da União, citando questionamentos sobre a condução de pautas jurídicas e suposta omissão em casos sensíveis, como descontos indevidos em benefícios do INSS.
Outro ponto levantado nos documentos é o perfil considerado político do indicado, com a alegação de que não haveria demonstração suficiente de independência e solidez técnica exigidas para um ministro do Supremo Tribunal Federal.
Ao final, Ranalli sustenta que o STF deve ser composto por nomes com reputação ilibada, equilíbrio institucional e compromisso absoluto com a Constituição Federal, posição reforçada com a aprovação das moções em plenário.
Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
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