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Polícia Civil prende professor acusado de assediar alunas em escola municipal de Peixoto de Azevedo

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A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira (3.7), um professor de 58 anos, acusado de assédio e importunação sexual contra alunas e uma técnica de desenvolvimento infantil (TDI) de uma escola da rede municipal de Peixoto de Azevedo (a 675 km de Cuiabá).

As investigações tiveram início no final de junho, após a mãe de uma aluna da escola procurar a diretoria, afirmando que colegas de sua filha vinham sendo assediadas pelo professor e que temia que sua filha também se tornasse vítima.

A diretora, que até então não havia recebido nenhuma denúncia, conversou com a técnica de desenvolvimento infantil que trabalhava na sala com o professor. Ela confirmou a denúncia. Diante disso, ela procurou a Polícia Civil e registrou um boletim de ocorrência.

A equipe da Delegacia de Peixoto de Azevedo deu início às investigações e identificou que o professor assediava as crianças em sala de aula, tentando tocá-las e elogiando-as de maneira excessiva. Além disso, ele também tentava beijar a técnica de desenvolvimento infantil à força.

Diante disso, foi representado pelo mandado de prisão preventiva, que foi acatado pela Justiça e cumprido na manhã desta quinta-feira, na escola municipal em que o professor atua.

Depois, a equipe policial foi até a casa do suspeito, onde foi cumprido um mandado de busca e apreensão, mas nada de ilícito foi encontrado na casa.

As investigações continuam para a conclusão do inquérito. Denúncias referentes a esse caso podem ser realizadas diretamente para a Delegacia de Peixoto de Azevedo pelo número (66) 98156-0119.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Bebê recém-nascida é encontrada sem vida em lixeira de condomínio em VG

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A ocorrência registrada na manhã desta quinta-feira (23), no bairro Nova Várzea Grande, ganhou novos desdobramentos. O feto encontrado dentro de uma lixeira é de uma menina e, segundo as equipes que atuam no atendimento da ocorrência, estava totalmente formado, com cabelos e o cordão umbilical ainda preso ao corpo.

Os coletores de lixo que localizaram o feto ficaram profundamente abalados com a situação e acionaram a Polícia Militar. Conforme as primeiras avaliações realizadas no local, existem indícios de que o descarte tenha ocorrido poucas horas antes da localização.

De acordo com informações preliminares repassadas pelas equipes que acompanham a ocorrência, o corpo ainda apresentava sangue e características compatíveis com um parto muito recente. Esses indícios, no entanto, deverão ser confirmados ou descartados por meio dos exames periciais realizados pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

O local permanece isolado para os trabalhos de investigação. Equipes da Polícia Militar, da Politec e da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) realizam os levantamentos periciais e a coleta de informações que possam esclarecer as circunstâncias do caso.

A Polícia Civil também trabalha para obter imagens de câmeras de segurança da região e reunir outros elementos que permitam identificar quem abandonou o feto na lixeira.

A ocorrência segue em andamento e, até o momento, a identidade da mãe e as circunstâncias que levaram ao abandono do corpo ainda não foram esclarecidas. O caso será investigado pela Polícia Civil, que aguarda os laudos periciais para definir a dinâmica dos fatos e as eventuais responsabilidades criminais.

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