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Serviço Autônomo de Água e Esgoto comemora 32 anos em Lucas

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Em um momento de celebração, o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae), comemorou seus 32 anos de fundação em Lucas do Rio Verde, na manhã desta quinta-feira (03). A celebração contou com a presença do prefeito Miguel Vaz, o diretor da autarquia, Paulo Vicente Nunes, secretários e vereadores e sociedade.

O Saae está presente diariamente nas residências, comércio e indústria, oferecendo o serviço de abastecimento de água, coleta de resíduos sólidos e atua na execução do sistema de coleta e tratamento de esgoto sanitário.

O prefeito destacou que, desde a criação do Saae, a preocupação sempre foi oferecer em todas as casas do município água de qualidade, além de parabenizar a autarquia. “São 32 anos de serviços prestados por essa autarquia que é do Município para a população. Temos aqui uma riqueza natural, que são os nossos poços, o nosso aquífero, que até hoje abasteceu a cidade com muita tranquilidade. Então, precisamos cuidar do meio ambiente também para que essa riqueza natural permaneça por muitos e muitos anos”, observou o prefeito.

Ao comemorar mais de três décadas, o Saae tem alguns desafios pela frente, destacou o prefeito. “Temos na cidade hoje 47% da rede de esgoto, com o esgoto tratado. Temos mais 14% de rede feita, mas ainda não tratada, então precisamos avançar. Precisamos chegar a 100% e ter o que chamamos de universalização do esgoto. E temos desafios também com relação à gestão de resíduos”, frisou o prefeito.

O atual diretor do Saae, Paulo Vicente Nunes, que esteve presente na inauguração da autarquia, na época como prefeito da cidade em 1993, comemorou os resultados positivos que o Saae obteve. “Esses 32 anos demonstram que nós estávamos certos lá atrás quando nós criamos a autarquia. A autarquia hoje não dá lucro, mas é uma empresa que tem um equilíbrio financeiro muito interessante pelos serviços que nós prestamos. Nosso objetivo, claro que nós temos que ter dinheiro para investimento, mas a questão social é muito mais importante”, acrescentou Paulo Nunes.

Colaborador do Saae há 23 anos, o servidor Francisco José de Oliveira, também celebra o aniversário da instituição. “São 23 anos de Saae e eu criei minha família trabalhando aqui. São muitos anos e teve momentos bons e alguns de dificuldade, mas vencemos. Espero me aposentar aqui no Saae”, completou o trabalhador.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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