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Câmara Brasileira do Livro anuncia finalistas do Jabuti Acadêmico

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A Câmara Brasileira do Livro anuncia os nomes dos finalistas da edição 2025 do Prêmio Jabuti Acadêmico. Essa premiação foi criada no ano passado e celebra a produção acadêmica nacional de publicações nas áreas científicas, técnicas e profissionais.

As categorias estão organizadas em dois grandes eixos: Ciência e Cultura, que contempla 23 áreas, como: Artes, Direito, Economia e Geografia; e o eixo Prêmios Especiais, com três áreas: divulgação científica, ilustração e tradução.

Cinco finalistas disputam cada uma das categorias. No total, mais de 250 obras concorrem ao prêmio. 

Além das produções recentes, o Jabuti Acadêmico também celebra – como Livro Acadêmico Clássico – obras consideradas referências. Na edição 2025, o livro “Metodologia do Trabalho Científico”, de Antônio Joaquim Severino, é lembrado como o título literário que permanece relevante após 50 anos de sua publicação.

Já a Personalidade Acadêmica do ano que recebe o prêmio pelo conjunto da obra será o sociólogo paulista e professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, José de Souza Martins.

A entrega dos prêmios está marcada para o dia 5 de agosto, no Teatro Sérgio Cardoso, na capital paulista. Os autores premiados vão receber a estatueta, além de um prêmio de R$ 5 mil. As editoras das obras premiadas também recebem uma estatueta do Jabuti Acadêmico.


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026

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A´UWÊ,  A´UWÊ,  A´UWÊ!  VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa  povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de  Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

 Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo  tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento  Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem  refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.

Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:

Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.

Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.


Fonte: EBC Cultura

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