Cultura
Guerreiros do Passo, salvaguarda do frevo, vira Patrimônio Imaterial
Cultura
Os pernambucanos agora têm mais um patrimônio para chamar de seu. O Grupo Guerreiros do Passo foi reconhecido como o mais novo Patrimônio Cultural Imaterial do Recife. O título foi concedido pela Câmara de Vereadores da capital pernambucana ao grupo fundado há 20 anos.

Os Guerreiros realizam pesquisas e ações gratuitas voltadas à preservação, memória, difusão e salvaguarda do frevo. Promovem ocupações culturais em espaços públicos com arte, educação e cultura, ampliando o acesso a esse bem imaterial e mantendo vivo o legado do Mestre Nascimento do Passo.
Entre as principais contribuições do grupo está a criação de uma metodologia de ensino do frevo, que já formou inúmeros passistas e professores. Esse trabalho consolidou o Mestre como referência para grupos e escolas de dança em Pernambuco.
Entre os projetos do grupo estão: Frevo na Praça, a Oficina de Conserto e Montagem de Sombrinhas de Frevo, o Laboratório do Passo e a aula-espetáculo O Frevo, que apresenta a história e a evolução da dança.
Recentemente, os Guerreiros do Passo representaram o frevo no Festival de Cannes, na França, com apresentações na Riviera Francesa e em Paris, durante a estreia do filme O Agente Secreto, do cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho.
E no próximo sábado, 9 de agosto, o grupo retoma o projeto Frevo na Praça, em clima de celebração. A aula ao ar livre é gratuita e aberta ao público, e será realizada todos os fins de semana, na Praça do Hipódromo, a partir das 15h.
Cultura
Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026
A´UWÊ, A´UWÊ, A´UWÊ! VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.
Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:
Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.
Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.
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