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Casa Brasil, no Rio, inaugura programa de residência artística

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A Casa Brasil, antiga Casa França-Brasil, equipamento cultural do estado do Rio de Janeiro, acaba de inaugurar seu primeiro programa de residência artística. A iniciativa vai promover novas interações entre artistas e público e é conduzida por curadores da instituição. Participam dessa primeira edição os artistas Rafael Pinto, o Pérola, de Boa Vista, Roraima, e Mayara Velozo, do Morro do Salgueiro, na zona norte do Rio de Janeiro. 

Perfil dos artistas

Mayara Velozo é formada em História da Arte pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e tem suas criações influenciadas pelas vivências no lugar onde nasceu, e ainda mora, e por experiências familiares. 

Já Rafael Pinto é artista visual, curador, realizador audiovisual e professor de arte, doutorando em Educação pela Universidade Federal de Roraima, além de fundador da Embuá Produtora Cultural.

Herança dos povos tradicionais

Tânia Queiroz, diretora da Casa Brasil, fala sobre a relação entre os trabalhos dos artistas escolhidos.

“O trabalho dos artistas, desses dois artistas que selecionamos, tem alguns pontos bem peculiares de contato. Ambos trabalham com questões muito próprias dos territórios em que vivem, questões muito próprias do Brasil, de uma maneira ampla, questões de uma herança de povos originários, de tradições”.

Residência artística

A população poderá ter acesso às obras produzidas pelos artistas por meio de uma série de iniciativas que vão ser realizadas pela Casa. A residência é uma parceria com a produtora V ARTE, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal, por meio da Lei Rouanet, e patrocínio da Petrobras. 


Fonte: EBC Cultura

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Maceió sedia Campeonato Brasileiro de Quadrilhas Juninas

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Representantes de mais de 20 estados brasileiros, além do Distrito Federal, participam em Maceió, a partir de desta sexta-feira (24) até domingo (26), da 11ª edição do Campeonato de Quadrilhas Juninas, considerado o “Brasileirão” das quadrilhas. Mais de três mil quadrilheiros disputarão o título de melhor quadrilha do país no evento, promovido pela Confederação Nacional de Quadrilhas Juninas e Grupos Folclóricos do Brasil.

A ordem das apresentações, que ocorrerão no Parque da Pecuária José da Silva Nogueira, no bairro do Prado, foi confirmada por meio de sorteio. Além da competição, os dias de evento contarão com apresentações de outras manifestações culturais, shows de forró e um espaço dedicado à gastronomia e ao artesanato regional.

Nesta sexta, o parque recebe a seletiva alagoana, que vai escolher as duas quadrilhas juninas que irão representar Alagoas no campeonato. Estão na disputa os grupos Sanfona do Rei, Gonzagão, Fazendinha e Luar do Sertão.

Disputa interestadual

A peleja interestadual será no sábado (25), a partir das 17h, e no domingo, começando uma hora mais cedo, às 16h. Os grupos entram no tablado para dançar e cantar os temas e histórias que cada quadrilha irá homenagear.

A “Inovação”, de São Paulo, por exemplo, apresenta o tema “Apocalipse – O Último São João”. O grupo faz uma reflexão sobre a perda das tradições, da memória e dos laços que unem o povo. Já os pernambucanos da “Raízes do Nordeste” trazem o tema “O Romance do Pavão Misterioso”, fazendo um mergulho musical pelo universo da literatura de cordel. A campeã brasileira em 2024, a Junina Garranxê, do estado de Roraima, faz uma homenagem ao povo potiguar da cidade de Mossoró. Com o tema “Resistência”, a quadrilha revive a coragem do povo mossoroense diante da invasão do bando de Lampião à cidade.


Fonte: EBC Cultura

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