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Projeto que ensina defesa pessoal para mulheres estreia em Cuiabá

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A primeira-dama de Cuiabá e vereadora, Samantha Iris, lançou o curso gratuito de defesa pessoal “Lutadoras – Fortalecendo a Mulher Cuiabana”, uma iniciativa voltada a promover segurança, autoestima e fortalecimento emocional das mulheres da capital.

A cerimônia de abertura foi marcada por momentos especiais, como a apresentação da cantora Amanda Tavares, que interpretou a canção “Olhos de Tigre”, tema do icônico personagem Rocky Balboa, relatos de superação por meio do esporte e uma emocionante demonstração de luta realizada pelo karateca faixa-preta Renan Eloy, que empolgou o público presente.

O projeto “Lutadoras” é realizado pela Secretaria Municipal da Mulher, em parceria com a 21ª Companhia Independente da Polícia Militar, e conta com aulas ministradas pela professora e faixa-preta de jiu-jitsu Polyanna Souza de Araújo. Ao todo, 80 mulheres participam desta primeira edição, entre elas Rafaela Chireia, que destacou a importância de ter acesso a um espaço de aprendizado e proteção.

Para Samantha Iris, a iniciativa é uma ferramenta de transformação pessoal e coletiva. “Aprender a se defender não é só sobre força física, mas também sobre fortalecer a autoestima, a saúde emocional e a confiança. Esse curso é um espaço de cuidado, conhecimento e fortalecimento para todas as mulheres cuiabanas”, afirmou a primeira-dama.

A secretária da Mulher, tenente-coronel Hadassah Suzannah, destacou que o projeto “Lutadoras” superou as expectativas e já registra fila de espera para próximas turmas. Ela ressaltou que a ação nasceu de um ideal da primeira-dama. “É um projeto sonhado e cuidado em cada detalhe pela nossa primeira-dama. Agradeço pelo apoio e pela dedicação que ela tem dado às pautas das mulheres.”

Hadassah também agradeceu às mulheres inscritas no curso e aos participantes do evento, entre eles representantes da Patrulha Maria da Penha, do Espaço Caliandra do Ministério Público Estadual, a campeã mundial de Muay Thai, Inaleia Ferreira, integrantes da Polícia Militar, além da Câmara Municipal, também representada pelo vereador Demilson Nogueira e pela vereadora Michelly Alencar.

“A satisfação é imensa em ter nossas alunas aqui conosco. Obrigada pela confiança. Agradeço também à Polícia Militar, que sempre caminha conosco, e a todos os profissionais e amigos das artes marciais que validam esse trabalho com sua presença”, declarou Hadassah.

As aulas terão início a partir de segunda-feira (1º), em dois polos: às segundas e quartas-feiras, das 17h às 18h, na 21ª Companhia Independente da Polícia Militar, em frente à Praça Alencastro; e às terças e quintas-feiras, das 16h às 17h, na sede da Secretaria da Mulher.

O comandante da 21ª Companhia, tenente-coronel Marcelo Moraes, destacou o impacto do curso. “Este projeto vai além da proteção. Ele fortalece a mulher, promove segurança, autoestima e, acima de tudo, liberdade. A Polícia Militar é parceira porque acredita nessa transformação”.

A abertura oficial contou com a presença da secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela; do secretário municipal de Esportes e Lazer, Jefferson Neves; da secretária municipal de Habitação e Regularização Fundiária, Michelle Dreher; do secretário adjunto de Inclusão, Andrico Xavier; e da coordenadora do Programa Siminina, Ivete Carneiro de Souza.

Também participaram representantes da BPW Cuiabá, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), da Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá e do Cemulher do TJMT.

#PraCegoVer

A foto que ilustra a matéria mostra as mulheres que participarão do curso gratuito de defesa pessoal, acompanhadas pela equipe da Secretaria da Mulher e do Núcleo da Primeira-Dama, além das secretárias municipais Hadassah Suzannah, Hélida Vilela e Michelle Dreher, da primeira-dama de Cuiabá e vereadora, Samantha Iris, e de demais convidados do evento.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Câmara de Cuiabá aprova moção de repúdio contra indicação de Jorge Messias ao STF

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Luciéder Luz | Assessoria do vereador Dilemário Alencar 

A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, durante a sessão desta quinta-feira (23), requerimento de autoria dos vereadores Dilemário Alencar (UB) e Rafael Ranalli (PL) de moção de repúdio à indicação de Jorge Messias ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal.

No requerimento, os parlamentares alegaram que, após parecer favorável emitido por Jorge Messias quando ocupava a chefia da Advocacia-Geral da União (AGU), a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou a ADPF 1141, na qual permitiu a situação de morte de três bebês por dia no Brasil, desde maio de 2024.

“Enquanto 33 mil famílias esperam na fila de adoção, essa triste realidade de matança de bebês indefesos vem ocorrendo porque o ex-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, assinou parecer jurídico que endossou o posicionamento do ministro relator Alexandre de Moraes na ADPF 1141, que permitiu o aborto de bebês durante os nove meses de gestação. Por isso, a Câmara de Cuiabá repudiou o nome de Jorge Messias, que foi indicado pelo presidente Lula, para o STF. Essa indicação não pode prosperar”, disse o vereador Dilemário.

A aprovação da ADPF 1141 (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) é uma ação no STF que suspendeu a Resolução 2.378/24 do Conselho Federal de Medicina (CFM), a qual proibia a assistolia fetal para interrupção de gravidez acima de 22 semanas decorrente de estupro.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) havia proibido a assistolia fetal em razão da crueldade do método. O CFM considerou o fato de que o bebê, no último trimestre da gestação, é um ser humano formado.

“O CFM alertou que o correto é fazer o parto e entregar o bebê para adoção, e não praticar o assassinato. Mas o STF derrubou a proibição estabelecida pela resolução do CFM, dizendo que a morte do bebê no ventre materno é um elemento indissociável do direito da mulher de abortar”, relatou o vereador Rafael Ranalli.

A assistolia fetal é um procedimento feito por meio de uma agulha que atravessa o ventre da mãe, guiada por um ultrassom, para perfurar o ponto central do coração do bebê. Sem anestesia, o bebê sente a agulha entrar. E a agulha injeta cloreto de potássio no coração do bebê para matá-lo. O bebê sente uma dor fortíssima, equiparada à dor provocada por infarto no adulto, antes de morrer.

A assistolia fetal foi liberada até o momento do parto. E o mais absurdo é que o ministro Alexandre de Moraes proibiu punições a médicos que realizarem o procedimento de assistolia fetal.

“Estão fazendo esse tipo de procedimento com bebês de 7, 8 e 9 meses de gestação. Bebês que já ouvem a voz da mãe, que colocam o dedinho na boca, que já sentem dor. É muita crueldade! O bebê pode tentar fugir da agulhada, se contorcer dentro do útero, mas não tem como escapar da picada mortal”, observou Dilemário.

“Eu jamais ficarei calado vendo esse tipo de atrocidade! E Jorge Messias, defensor de tamanha crueldade, pode se tornar ministro do STF, caso a indicação de seu nome seja aprovada pelos senadores. Isso não pode acontecer, pois quem defende a morte não pode decidir sobre a vida”, concluiu o vereador Dilemário Alencar.

A moção de repúdio será encaminhada pela Câmara Municipal para os três senadores de Mato Grosso e ao presidente do Senado Federal.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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