Polícia Federal
FICCO/AM prende suspeito com R$ 300 mil e arma de fogo em Manaus
Polícia Federal
Manaus/AM. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amazonas (FICCO/AM) prendeu, nesta segunda-feira (8/9), um homem em flagrante por lavagem de capitais e porte ilegal de arma de fogo de uso permitido.
A diligência foi desencadeada após denúncia de saques suspeitos em espécie. O indivíduo foi abordado logo após deixar uma agência bancária, portando R$ 300 mil sem apresentar justificativa plausível ou documentação que comprovasse a origem e a destinação dos valores.
As investigações preliminares apontam que a conta utilizada pertence a uma empresa de fachada, sem atividade econômica real, e que já havia realizado outro saque de vultosa quantia neste mês. O padrão de movimentação caracteriza indícios de dissimulação de valores ilícitos, configurando crime de lavagem de dinheiro. Há fortes suspeitas de que os recursos sejam provenientes do tráfico de drogas, com possível vínculo a facção criminosa atuante no estado.
Durante a busca no veículo do suspeito, os policiais localizaram ainda uma arma de fogo de uso permitido, resultando também na autuação pelo crime de porte ilegal de arma de fogo.
A ação contou com apoio operacional da Secretaria Executiva-Adjunta de Inteligência (SEAI) e da Rondas Ostensivas Cândido Mariano (ROCAM/AM), tanto no monitoramento quanto no momento da prisão.
A FICCO/AM é composta pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria de Estado de Segurança Pública, Polícia Civil do Amazonas, Polícia Militar do Amazonas, Secretaria Executiva-Adjunta de Inteligência, Secretaria de Administração Penitenciária e Secretaria Municipal de Segurança e Defesa Social. O grupo atua de forma integrada no enfrentamento ao crime organizado e à criminalidade violenta.
Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas
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Fonte: Polícia Federal
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Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados
O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.
A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.
A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.
Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.
Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.
A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.
Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.
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