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FICCO/AM apreende mais de uma tonelada de drogas durante patrulhamento

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Manaus/AM. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amazonas (FICCO/AM) deflagrou uma operação de inteligência que se estendeu por seis dias na região do Rio Uneiuxi, em Santa Isabel do Rio Negro/AM. Na ação, foram apreendidas mais de uma tonelada de drogas provenientes da Colômbia.

Durante a intervenção policial, os criminosos abandonaram as embarcações e fugiram pela mata de igapó, não sendo localizados até o momento. Os levantamentos preliminares apontam que a carga teria como destinatária uma facção criminosa de atuação dominante no estado do Amazonas.

Diante dos fatos, o entorpecente, as embarcações e os equipamentos empregados no transporte ilícito foram encaminhados à FICCO/AM para os devidos procedimentos de polícia judiciária.

A operação evidencia, mais uma vez, o papel estratégico do Amazonas nas rotas do tráfico internacional de drogas e reafirma o compromisso da FICCO/AM em combater o crime organizado de forma integrada. 

A Força é composta pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria de Estado de Segurança Pública, Polícia Civil do Amazonas, Polícia Militar do Amazonas, Secretaria Executiva-Adjunta de Inteligência, Secretaria de Administração Penitenciária e Secretaria Municipal de Segurança e Defesa Social, atuando conjuntamente na repressão ao tráfico de drogas e no enfrentamento à criminalidade violenta.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas 
[email protected] 

Fonte: Polícia Federal

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Brasil proíbe produção e venda de ‘foie gras’, feito por alimentação forçada

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O Brasil proibiu a produção e a comercialização de alimentos obtidos por meio da alimentação forçada de animais. A medida foi oficializada pela Lei 15.475, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. A lei entra em vigor em 180 dias.

A nova legislação atinge principalmente o foie gras, produto da culinária francesa feito a partir do fígado de patos e gansos submetidos ao método conhecido como gavage. A técnica consiste na introdução de um tubo na garganta da ave para forçar a ingestão de grandes quantidades de alimento, provocando o aumento anormal do fígado. A proibição vale tanto para produtos in natura quanto industrializados. 

A lei tem origem no Projeto de Lei (PL) 90/2020, de autoria do senador Eduardo Girão (Novo-CE). O texto foi aprovado pela Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado em 2022 e confirmado pela Câmara dos Deputados em abril deste ano.

Ao defender a proposta, Girão classificou a prática como cruel. “Essa tortura cruel é imposta sobre a criação de animais. Aqui eu falo especificamente de patos e gansos, mas pode valer para outros animais. Com essa ingestão forçada, o fígado incha rapidamente, podendo crescer até 12 vezes, causando uma doença pelo acúmulo de gordura e, claro, muito sofrimento ao animal”, afirmou.

A norma define alimentação forçada como qualquer método mecânico ou manual que obrigue o animal a ingerir alimentos ou suplementos acima do seu limite natural de saciedade, por meio de instrumentos introduzidos na garganta, esôfago, papo ou estômago.

Quem descumprir a lei estará sujeito às penas previstas na Lei de Crimes Ambientais, com detenção de três meses a um ano, além de multa. Também poderão ser aplicadas sanções administrativas, como apreensão de animais e produtos, suspensão da fabricação e da venda, embargo de atividades e inutilização dos produtos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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