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Olinda recebe neste fim de semana a sexta edição do Mimo Festival

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O Mimo Festival volta este fim de semana ao seu berço, a cidade de Olinda, onde surgiu em 2004, para sua décima sexta edição.

O festival de música começa hoje e até domingo irá ocupar ruas, igrejas, praças e espaços culturais da cidade pernambucana que é patrimônio histórico da humanidade.

Com programação multicultural gratuita, o festival traz jazz, mpb, frevo e música clássica para pontos turísticos entre suas ladeiras históricas como praça do Carmo, Igreja da Sé e Convento de São Francisco.

A curadora Lú Araújo conta que a programação traz diversos estilos musicais.

A abertura acontece já já, às 8h da noite, na praça do Carmo, com o músico Edu Lobo, de 82 anos, em um concerto que vai homenagear às suas raízes pernambucanas, na Igreja da Sé.

A partir da meia noite será a vez da icônica banda Cordel do Fogo Encantado subir ao palco na Praça do Carmo.

A programação completa, o ouvinte encontra em mimofestival.com


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026

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A´UWÊ,  A´UWÊ,  A´UWÊ!  VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa  povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de  Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

 Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo  tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento  Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem  refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.

Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:

Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.

Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.


Fonte: EBC Cultura

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