Cultura

Prefeitura do RJ desiste de museu na casa do filme “Ainda estou aqui”

Publicado em

Cultura

A Prefeitura do Rio de Janeiro desistiu de transformar em museu a casa que serviu de cenário para o filme “Ainda estou aqui”, vencedor de Melhor Filme Internacional no Oscar 2025. A confirmação veio do prefeito Eduardo Paes.
A ideia do projeto, anunciado em março, era transformar o local na Casa do Cinema Brasileiro, um espaço dedicado à história e à sétima arte.

Segundo Paes, a desistência ocorreu devido ao alto preço do imóvel.

O casarão, localizado na Urca, Zona Sul do Rio de Janeiro, foi construído em 1938. Suas dependências foram o cenário principal das gravações do filme.

“Ainda Estou Aqui” retrata a história da família de Eunice Paiva, esposa do ex-deputado Rubens Paiva, que foi sequestrado e morto durante a ditadura militar brasileira. O filme é baseado na obra de mesmo nome do escritor e filho de Eunice Paiva, Marcelo Rubens Paiva.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

São Luís sedia 31ª edição do Festival de Boi de Zabumba neste sábado

Publicados

em

Se a temporada dos festejos juninos acabou, São Luís reforça que a temporada do bumba boi do Maranhão acontece o ano inteiro. Neste sábado (25), a capital maranhense sedia a edição de número 31 do Festival de Boi de Zabumba, que começa às 19h, no Largo da Antiga Barrigudeira, no bairro Monte Castelo.

O festival deste ano presta homenagem ao Boi de Carutapera, fundado em 1965, e à folclorista Therezinha Jansen, que faleceu em 2008. Dona Therezinha foi a primeira mulher a dirigir um grupo de bumba meu boi no Maranhão: o Boi da Fé em Deus e o Tambor de Crioula Amor de São Benedito, ambos na capital maranhense.

A expectativa é que mais de 15 grupos de bumba boi do estado passem pela festa, entre eles, o Boi Brilho de São João Liberdade 2, anfitrião do evento; Boi da Fé em Deus; Boi da Liberdade; de Guimarães; de Dona Zeca; e o Orgulho de Pinheiro.

Zabumba

Surgido nas fazendas e senzalas da região da Baixada Maranhense ainda no século 18, o sotaque de zabumba é considerado a manifestação mais antiga ligada ao bumba meu boi do Maranhão. Ao longo dos anos, passaram a existir diversos modos de brincar o festejo, conhecidos como sotaques. Entre os mais reconhecidos estão os de matraca, zabumba, baixada, costa de mão e orquestra.

Em 2016, o Festival de Boi de Zabumba foi reconhecido pelo Iphan com o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, como manifestação de preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro. Já o bumba meu boi do Maranhão foi registrado como Patrimônio Cultural do Brasil em 2011, no Livro das Celebrações. Em 2019, foi reconhecido pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.

Em seu livro “Bumba Meu Boi no Maranhão”, o autor Américo Azevedo Neto apresenta características dos grupos de zabumba: “O sotaque de zabumba tem a singularidade em manter os saberes técnicos originais, como a comédia, os personagens, o toque, os cantos e as danças, além da peculiaridade das indumentárias. O ritmo é definido pelas zabumbas rústicas (feitas à mão, de madeira retirada do mangue em data certa, com lua apropriada, seguindo a tradição) arrochadas na corda. Os pandeiros são confeccionados de jenipapo e cobertos com couro. Os brincantes organizam-se nos papéis de amo, indígenas, rajados, vaqueiros, palhaços, pai Francisco, Catirina, assim como o próprio boi.”


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA