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Belém inaugura Museu das Amazônias neste sábado

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Acontece no próximo sábado (4), no Armazém 4ª do Complexo Porto Futuro II, em Belém, do Pará, a inauguração do Museu das Amazônias.

O espaço foi projetado para ser uma referência em práticas museológicas inovadoras, inclusivas e conectadas aos territórios, valorizando a identidade e a diversidade da região, e faz parte do conjunto de obras que ficará como legado da COP30 à capital paraense. 

Por meio do Acordo de Cooperação Técnica estabelecido com o Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG), o Museu Paraense Emílio Goeldi, com quase 160 anos de produção científica, foi um dos órgãos que participou ativamente na elaboração do novo projeto. A instituição formou um comitê técnico-científico interno multidisciplinar para colaborar no planejamento museológico. 

O processo de curadoria também foi norteado por um amplo Plano de Escutas, reunindo diversas vozes da Pan-Amazônia para discutir memória, ancestralidade, espiritualidade, ciência, natureza e futuro. 

A inauguração do Museu das Amazônias terá a presença do presidente Lula e contará com duas exposições principais. A mostra Amazônia, do fotógrafo Sebastião Salgado (1944-2025), com cerca de 200 fotografias em preto e branco, resultado de sete anos de expedições pela região.

Além da mostra Ajurí, reunindo oito instalações de artistas da região Norte e de outras partes do Brasil, em linguagens que incluem pintura, fotografia, vídeo, escultura e outras experiências imersivas.

A comissão curatorial do Museu das Amazônias é formada pela antropóloga, fotógrafa, cineasta e pesquisadora do povo Baniwa, Francy Baniwa; a ecóloga da Embrapa Amazônia Oriental, Joice Ferreira; e a arqueóloga Helena Lima, do Museu Goeldi.

O Museu funcionará das 10h às 20h, e até fevereiro de 2026 a entrada é gratuita.

*Com supervisão de Fábio Cardoso


Fonte: EBC Cultura

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Maceió sedia Campeonato Brasileiro de Quadrilhas Juninas

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Representantes de mais de 20 estados brasileiros, além do Distrito Federal, participam em Maceió, a partir de desta sexta-feira (24) até domingo (26), da 11ª edição do Campeonato de Quadrilhas Juninas, considerado o “Brasileirão” das quadrilhas. Mais de três mil quadrilheiros disputarão o título de melhor quadrilha do país no evento, promovido pela Confederação Nacional de Quadrilhas Juninas e Grupos Folclóricos do Brasil.

A ordem das apresentações, que ocorrerão no Parque da Pecuária José da Silva Nogueira, no bairro do Prado, foi confirmada por meio de sorteio. Além da competição, os dias de evento contarão com apresentações de outras manifestações culturais, shows de forró e um espaço dedicado à gastronomia e ao artesanato regional.

Nesta sexta, o parque recebe a seletiva alagoana, que vai escolher as duas quadrilhas juninas que irão representar Alagoas no campeonato. Estão na disputa os grupos Sanfona do Rei, Gonzagão, Fazendinha e Luar do Sertão.

Disputa interestadual

A peleja interestadual será no sábado (25), a partir das 17h, e no domingo, começando uma hora mais cedo, às 16h. Os grupos entram no tablado para dançar e cantar os temas e histórias que cada quadrilha irá homenagear.

A “Inovação”, de São Paulo, por exemplo, apresenta o tema “Apocalipse – O Último São João”. O grupo faz uma reflexão sobre a perda das tradições, da memória e dos laços que unem o povo. Já os pernambucanos da “Raízes do Nordeste” trazem o tema “O Romance do Pavão Misterioso”, fazendo um mergulho musical pelo universo da literatura de cordel. A campeã brasileira em 2024, a Junina Garranxê, do estado de Roraima, faz uma homenagem ao povo potiguar da cidade de Mossoró. Com o tema “Resistência”, a quadrilha revive a coragem do povo mossoroense diante da invasão do bando de Lampião à cidade.


Fonte: EBC Cultura

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