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“Virginia Mendes é uma referência de sensibilidade, dedicação e compromisso com o social”, afirma deputado Max Russi

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi, elogiou o trabalho realizado pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, à frente das ações sociais e do programa SER Família.

Segundo o parlamentar, o empenho e a sensibilidade da primeira-dama têm transformado a vida de milhares de famílias em situação de vulnerabilidade em todo o estado.

“A primeira-dama Virginia Mendes tem sido uma verdadeira referência de sensibilidade, dedicação e compromisso com o social. Seu olhar humano em prol das famílias mato-grossenses transformaram o SER Família em um exemplo de política pública que gera dignidade, esperança e oportunidades para quem mais precisa”, afirmou o deputado.

Max Russi também ressaltou a importância de sua parceria com Virginia Mendes na consolidação das políticas sociais do Governo do Estado e destacou a criação do SER Família Mulher, programa que oferece acolhimento e apoio a mulheres vítimas de violência.

“Fico muito feliz em poder contribuir com esse importante programa, que é hoje o maior da história de Mato Grosso. Tenho orgulho de ter participado dessa trajetória desde o início, ainda no Pró-Família, e de ter sido autor do substitutivo que deu origem à lei que criou o SER Família Mulher, uma rede de apoio real, acolhedora e transformadora”, acrescentou.

Para o parlamentar, a atuação da primeira-dama representa um marco na política social do Estado.

“Virginia Mendes é um exemplo de liderança feminina e de empatia, e seu trabalho à frente do SER Família deixa um legado de amor, solidariedade e transformação social em nosso estado”, finalizou Max Russi.

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Após novo tarifaço dos EUA, medida provisória abre linha de crédito extra

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Empresas afetadas pelo tarifaço imposto na semana passada pelos Estados Unidos a produtos brasileiros poderão recorrer a uma nova linha de crédito. A terceira rodada do Plano Brasil Soberano, como foi batizada a iniciativa pelo Executivo, será viabilizada pela MP 1.379/2026, publicada na quarta-feira (22) no Diário Oficial da União. O plano prevê um socorro de R$ 18,5 bilhões em linhas de crédito com juros subsidiados para exportadores e setores considerados estratégicos para a economia nacional.

Dos R$ 18,5 bilhões, R$ 13,5 bilhões serão de recursos do Tesouro Nacional e R$ 5 bilhões do BNDES. Os R$ 13,5 bilhões do Tesouro vêm de valores não usados no Plano Brasil Soberano 1 e da renegociação de dívidas rurais, e não devem, segundo o governo, gerar impacto no resultado primário das contas nacionais.

Além das empresas diretamente atingidas pelo tarifaço norte-americano, o programa passa a contemplar exportadores prejudicados por conflitos internacionais, como a guerra entre EUA e Irã. Setores considerados estratégicos também foram incluídos.

As linhas poderão ser utilizadas para capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos, investimentos produtivos, inovação tecnológica, adaptação de produtos e processos, além de abertura e prospecção de mercados.

Entre os setores beneficiários estão agricultura, pecuária, pesca e aquicultura, florestas plantadas, mineração, indústrias químicas e farmacêuticas, fertilizantes, setor têxtil, máquinas e equipamentos e setor automotivo.

A MP, que será apreciada por deputados e senadores em uma comissão mista, tem validade até 19 de setembro. Os parlamentares têm até 10 de agosto para apresentar emendas. A partir de 5 de setembro, ela entra em regime de urgência, obstruindo a pauta de votações.

Lei sancionada

Na mesma data de edição da nova medida, foi publicada a Lei 15.473, de 2026, sancionada pela Presidência da República e proveniente da MP 1.345/2026, de maio deste ano. A medida autorizou a concessão de até R$ 15 bilhões em linhas de crédito para empresas exportadoras e da agroindústria afetadas por medidas comerciais unilaterais e instabilidades no cenário internacional. Ela corresponde à segunda rodada do Brasil Soberano.

Em agosto de 2025, o governo editou a MP 1.309/2025, lançando o Plano Brasil Soberano para enfrentar os efeitos do aumento de tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. A MP autorizou o uso do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) para respaldar operações de crédito.

Com informações da Agência Brasil

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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