LUCAS DO RIO VERDE
Finais da Copa Martinello/Sicredi foram disputadas neste fim de semana em Lucas
LUCAS DO RIO VERDE
O final de semana também foi de intensa competição na quadra de esportes do Ginásio Rio Verde. As finais da Copa Martinello/Sicredi de Futsal aconteceram nos dias 5, 6 e 7 de dezembro, com intensa movimentação de atletas e torcedores que animaram as partidas.
Ao longo do torneio 156 equipes participaram dos jogos, que envolveram atletas iniciantes a partir dos quatro anos de idade (categoria mamadeira), até maiores de 45 anos (categoria Sênior). Ao todo, cerca de 2.600 atletas e dirigentes participaram da competição.
Foram mais de 200 partidas de futsal desde a abertura do campeonato em outubro, sendo premiados nas finais do primeiro ao terceiro colocado, além dos jogadores destaques da competição em cada uma das categorias.
“Essa é uma competição muito esperada porque envolve todas as idades e a população gosta de assistir. A Copa Martinello/Sicredi de Futsal também marca o encerramento das atividades esportivas do ano e com muita competição e alegria”, disse o secretário de Esporte e Lazer, André Matto.
Confira os resultados da 23ª Copa Martinello/Sicredi de Futsal:
Pré-mirim Feminino
Artilheira: Valentina Rodrigues
Defesa: Livia Muller
1º lugar: Leoas Fúria
2º lugar: Luverde Realiza
3º lugar: Viva Lucas
Mirim
Artilheira: Pietra Soares
Defesa: Antonia Alves
1º lugar: Viva Lucas
2º lugar: Leoas Fúria
3º lugar: Luverde Realeza
Mirim Feminino
Artilheira: Pietra Soares
Defesa: Antonia Alves
1º lugar: Viva Lucas
2º lugar: Leoas Fúria
3º lugar: Luverde Realeza
Infanto Feminino
Artilheira: Stefhany Rocha
Defesa: Emilly Almeida
1º lugar: Leoas Fúria
2º lugar: Viva Lucas B
3º lugar: Viva Lucas
Força Livre Masculino
Artilheiro: Paulo Ricardo
Defesa: Yuri Ribeiro
1º lugar: Luverdense
2º lugar: Jumentus
3º lugar: Grupo Santos
Força Livre Feminino
Artilheira: Ana Karoline
Defesa: Maria Aparecida
1º lugar: C.A Primavera/Rio Verde
2º lugar: Luverdense
3º lugar: USA
Dente de Leite Masculino
Artilheiro: Joaquim Giordani
Defesa: Murillo Henrique
1º lugar: Clube União do Lago
2º lugar: Clube União do Lago B
3º lugar: Escola Flamengo
Mamadeira Masculino
Artilheiro: João Gabriel
Defesa: Miguel Wilsmann
1º lugar: Luverde
2º lugar: Colégio La Salle
3º lugar: Clube União do Lago
Fraldinha Masculino
Artilheiro: Riquelme Campos
Defesa: Francisco Ferri
1º lugar: Clube União do Lago A
2º lugar: Fut Lucas
3º lugar: Clube União do Lago B
Pré-mirim Masculino
Artilheiro: Daniel Luiz
Defesa: Ruan Lucas
1º lugar: Luverde B
2º lugar: Fut Lucas
3º lugar: Luverde B
Mirim Masculino
Artilheiro: Antonio Costa
Defesa: Matheus Ferreira
1º lugar: Colégio La Salle
2º lugar: Escolinha TJ
3º lugar: Viva Lucas
Fraldinha Feminino
Artilheira: Ister Valentina
Defesa: Lorena Vasconcelos
1º lugar: Águia Futsal
2º lugar: Escola Vinícius de Moraes
3º lugar: Escola Vinícius de Moraes B
Mamadeira Feminino
Artilheira: Eloisa Vitória
Defesa: Ketlyn Rafaely
1º lugar: Leoas Fúria
2º lugar: Escola Vinícius de Moraes B
3º lugar: Leoas Fúria/Fredolino
Infanto Masculino
Artilheiro: Carlos Ruan
Defesa: Vitor de Matos
1º lugar: VS Binotti
2º lugar: Viva Lucas
3º lugar: Viva Lucas Sub 15
Sênior
Artilheiro: Hamilton Cordeiro
Defesa: Jucélio Rodrigues
1º lugar: Idependiente P. Veículos
2º lugar: Red Bull
3º lugar: Lídio FC
Máster
Artilheiro: Marcelo Ferreira
Defesa: Eldis Martins
1º lugar: Gesso Silva
2º lugar: Agro Baggio
3º lugar: Gesso Silva.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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