Cuiabá

Alunos de Cuiabá desenvolvem trabalhos com argila, desenhos e cultura indígena

Publicado em

Cuiabá

Uma série de trabalhos artísticos produzidos com argila, areia, tinta, lápis coloridos, desenhos em cartolinas e hábitos da cultura indígena, produzidos por crianças de 3 a 5 anos, foram apresentados na quinta-feira (11) pelos estudantes da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Juarez Alves Sodré, localizada na Rua João Carlos Pereira Leite, no bairro Araés.

Para incentivar a aprendizagem e a capacidade de produção artística, a equipe de professores fez uma convergência de todos os materiais oferecidos pela Secretaria Municipal de Educação (SME). Uma das exposições de trabalho está relacionada à parceria com a cooperativa Sicredi.

Trata-se de um projeto com o intuito de desenvolver, em sala de aula, a autonomia, a cooperação e a cidadania entre crianças na construção de conhecimento, por meio de projetos estudantis destinados a promover maior pesquisa e debate em torno de temas sociais.

Os alunos também produziram artes a partir da exploração dos materiais do sistema “Contagie”, que agrega propostas de escrita, desenhos, parcerias com a família, releitura de obras de arte e identificação de elementos da natureza.

Também foram apresentados trabalhos do projeto Sapicuá, que incentiva a leitura, a educação patrimonial e a cultura local para crianças e educadores, além de formar professores para trabalhar com a literatura de Mato Grosso.

A diretora da escola, Neuvacy Tibaldi, explica que a ideia de agregar trabalhos surgiu com a proposta de trabalhar e expandir o conceito das crianças sobre o que é arte.

“Nossa proposta foi estimular a criatividade, o pensamento crítico, a inteligência emocional e social. Isso ajuda a melhorar o desempenho acadêmico em outras disciplinas, além de despertar a sensibilidade e a capacidade de inovação”, explica.

A professora Jackeline Noronha elogiou a entrega dos alunos e o comparecimento expressivo dos pais para conhecer os trabalhos de arte produzidos pelos filhos. “Isso enche nós, professores, de orgulho. É a união da aprendizagem da escola com a boa formação familiar que forma boas pessoas”, ressalta.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cuiabá

Ponte do Boa Esperança chega a 75% e entra na reta final com instalação das vigas

Publicados

em

A reconstrução da ponte sobre o Córrego Fundo, no bairro Boa Esperança, atingiu cerca de 75% de execução e entrou em uma etapa decisiva. Com a infraestrutura e a mesoestrutura concluídas, as equipes da Prefeitura de Cuiabá avançam para a instalação das vigas pré-moldadas e da pré-laje. A previsão da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras é concluir todos os serviços, incluindo a pavimentação dos acessos, a sinalização e a liberação definitiva ao tráfego, nos próximos 45 dias.

O secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Edson Brasil, vistoriou a obra nesta sexta-feira (11) e destacou que a etapa mais pesada e complexa da reconstrução, que envolveu a infraestrutura e a execução da cortina de contenção, já foi concluída. Segundo ele, as vigas principais estão prontas e as próximas fases compreendem o lançamento dessas estruturas, a instalação das pré-lajes e das armaduras, a concretagem da laje e, posteriormente, a pavimentação asfáltica.

A intervenção direta e urgente da Prefeitura tornou-se necessária depois que a estrutura antiga apresentou graves problemas estruturais, com risco de desabamento. A ponte é responsável pela ligação entre o bairro Boa Esperança e a Avenida Arquimedes Pereira Lima, conhecida como Avenida do Moinho.

Nesta fase, também foi finalizado o aterro de uma das cabeceiras até a altura do pilar de sustentação. A preparação permitirá que as vigas, já disponíveis no canteiro de obras, sejam posicionadas com o auxílio de uma escavadeira hidráulica. Na sequência, serão instaladas as peças da pré-laje e montada a ferragem da laje superior.

O engenheiro Marco Farias, responsável pela reconstrução, explica que a pré-laje funciona como um forro de concreto pré-moldado colocado sobre as vigas. As peças foram produzidas no próprio local e dispensam a montagem de escoramentos, medida que contribui para dar continuidade ao serviço com mais agilidade. Sobre essa estrutura será construída a laje de rolamento, por onde passarão os veículos.

A laje terá 20 centímetros de espessura e, depois da concretagem, deverá permanecer entre 10 e 14 dias em processo de cura, período necessário para que o concreto adquira resistência antes da abertura ao tráfego. Durante esse intervalo, as equipes trabalharão nos serviços complementares, como a ligação da ponte com as cabeceiras, a execução da pista de rolamento, dos meios-fios, das sarjetas e dos acabamentos.

Ao comentar os questionamentos relacionados ao prazo de execução, Edson Brasil explicou que a construção de uma ponte envolve serviços de certa complexidade e que boa parte da etapa inicial ocorre abaixo do nível do solo, o que dificulta a percepção do avanço dos trabalhos pela população. O secretário ressaltou ainda que, diante da necessidade de interdição imediata, a Prefeitura assumiu diretamente a reconstrução, mobilizando equipes, equipamentos e conhecimento técnico próprios, sem depender do prazo exigido por um processo tradicional de contratação.

A ocorrência que comprometeu parte da estrutura foi registrada em 4 de março, e a reconstrução começou em junho. Segundo Marco Farias, uma das etapas mais complexas foi a execução da fundação dentro da água, trabalho que se estendeu até 26 de junho e interferiu no cronograma inicialmente previsto. “Não é tão simples construir uma ponte de concreto em 90 dias. Daqui para a frente, não prevemos problemas com chuva ou falta de material”, afirmou.

Para reforçar a segurança, a parte danificada está sendo refeita com estacas metálicas cravadas a 12 metros de profundidade e interligadas por uma base de concreto, solução diferente da fundação superficial existente anteriormente. Antes da reabertura, a estrutura será inspecionada e submetida a testes com caminhões carregados da própria Secretaria. A pista foi projetada para suportar veículos de até 60 toneladas.

De acordo com o engenheiro, a parte reconstruída poderá alcançar vida útil mínima estimada entre 40 e 50 anos, desde que receba manutenção adequada e não seja submetida a interferências anormais. Após a conclusão das etapas estruturais, dos acessos e da sinalização, a ponte será definitivamente liberada ao tráfego, restabelecendo a ligação direta entre o bairro Boa Esperança e a Avenida do Moinho.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA