LUCAS DO RIO VERDE
Campanha de Doação de Sangue finaliza 2025 com mais de 600 bolsas coletadas
LUCAS DO RIO VERDE
No último sábado (13), a Secretaria Municipal de Saúde de Lucas do Rio Verde e o Banco de Sangue de Sorriso realizaram a última Campanha de Doação de Sangue de 2025, com 57 bolsas coletadas.
Ao longo deste ano, foram realizadas nove campanhas, com mais de 600 bolsas de sangue viabilizadas. A iniciativa contou com o apoio do grupo “Corrente Pela Vida” e o patrocínio de empresas e instituições.
O bioquímico da Agência Transfusional de Lucas do Rio Verde, Gilmar Pereira, ressaltou a importância da participação da iniciativa privada, auxiliando com recursos, voluntários e doadores.
Para o próximo ano, a expectativa é realizar uma campanha por mês e para isso, o grupo conta com o apoio das empresas que ajudam na organização do evento e oferecendo o lanche aos doadores.
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“Queremos agradecer aos patrocinadores, aos colaboradores das empresas, que abraçam a campanha, aos servidores da Saúde e, principalmente, a população, que faz o agendamento e que doa”, destacou o bioquímico.
Todo o sangue coletado é destinado ao Banco de Sangue de Sorriso, unidade do Governo do Estado de Mato Grosso, que tem como responsabilidade, abastecer todos os municípios da Região Teles Pires.
Segundo o bioquímico, qualquer pessoa pode ser um doador, desde que tenha entre 16 e 69 anos de idade, mais de 50 quilos, boas condições de saúde e respeite o intervalo entre as doações, dois meses para homens e três meses para mulheres.
Para o próximo ano, três campanhas já estão agendadas, janeiro, fevereito e março. Uma única doação pode ajudar a salvar a vida de até quatro pessoas. O sangue é essencial na realização de transplantes, cirurgias e tratamentos de doenças graves.
“Doar sangue salva vidas. A gente espera que a população continue nos apoiando, porque os hospitais estão sempre precisando. E agora no final do ano, com as festas, a demanda aumenta bastante”, ressaltou Pereira.
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Participaram das Campanhas de Doação de Sangue em 2025, a Amazônia Máquinas, Avant Cred, BRF, Grupo Guimarães, GGF, Lascito Urbanismo, Senai, Unilasalle, FS e Eletromóvies Martinello.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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