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Polícia Civil deflagra operação para reprimir o tráfico de drogas na fronteira do Brasil com a Bolívia

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.1), a Operação “Bona Furtiva”, para cumprir quatro ordens judiciais, em Pontes e Lacerda, em repressão ao tráfico de drogas na região de fronteira. Os mandados foram expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz de Garantias.

A investigação, realizada pela Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron), teve início após a prisão de um homem, de 39 anos, no dia 1º de novembro de 2025, em Nova Marilândia, pelo Grupo Especial de Fronteira (Gefron), que transportou 220 kg de maconha em seu veículo F4000.

Durante o trajeto, parte da carga de drogas foi subtraída por terceiros e encontrada pelos policiais em uma Toyota Hilux abandonada.

Em continuidade à apreensão, as investigações identificaram o dono da droga e contratante do frete, que reside em Pontes e Lacerda. De acordo com o motorista preso na ação do dia 1º de novembro, a droga teria como destino uma cidade na divisa do estado do Pará.

Diante disso, a delegada Bruna Laet representou pelas quatro ordens judiciais, um mandado de prisão e três de busca e apreensão, que foram deferidas pela Justiça e cumpridas nesta quinta-feira (8).

O alvo principal da operação, de 43 anos, responsável por fornecedor a droga e contratar o transporte, foi localizado durante a manhã. Ele já possuía outras passagens por tráfico de drogas.

A operação contou com apoio de equipes da Delegacia Regional e da Delegacia de Pontes e Lacerda.

O nome da operação, Bona Furtiva, faz referência à subtração de parte do carregamento da droga durante o trajeto percorrido pelo motorista e posteriormente localizado pelo Gefron.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Bebê recém-nascida é encontrada sem vida em lixeira de condomínio em VG

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A ocorrência registrada na manhã desta quinta-feira (23), no bairro Nova Várzea Grande, ganhou novos desdobramentos. O feto encontrado dentro de uma lixeira é de uma menina e, segundo as equipes que atuam no atendimento da ocorrência, estava totalmente formado, com cabelos e o cordão umbilical ainda preso ao corpo.

Os coletores de lixo que localizaram o feto ficaram profundamente abalados com a situação e acionaram a Polícia Militar. Conforme as primeiras avaliações realizadas no local, existem indícios de que o descarte tenha ocorrido poucas horas antes da localização.

De acordo com informações preliminares repassadas pelas equipes que acompanham a ocorrência, o corpo ainda apresentava sangue e características compatíveis com um parto muito recente. Esses indícios, no entanto, deverão ser confirmados ou descartados por meio dos exames periciais realizados pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

O local permanece isolado para os trabalhos de investigação. Equipes da Polícia Militar, da Politec e da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) realizam os levantamentos periciais e a coleta de informações que possam esclarecer as circunstâncias do caso.

A Polícia Civil também trabalha para obter imagens de câmeras de segurança da região e reunir outros elementos que permitam identificar quem abandonou o feto na lixeira.

A ocorrência segue em andamento e, até o momento, a identidade da mãe e as circunstâncias que levaram ao abandono do corpo ainda não foram esclarecidas. O caso será investigado pela Polícia Civil, que aguarda os laudos periciais para definir a dinâmica dos fatos e as eventuais responsabilidades criminais.

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