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PF captura seis foragidos, prende dois homens por tráfico internacional de drogas e apreende 34 kg de cocaína no Aeroporto de Guarulhos

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São Paulo/SP. A Polícia Federal, no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos, realizou nos dias 14 e 15 de janeiro de 2026 ações de fiscalização no controle migratório, que resultaram na captura de seis foragidos da Justiça, na prisão em flagrante de dois homens por tráfico internacional de drogas, na modalidade de transporte de cápsulas ingeridas, e na apreensão de uma mala contendo 34 kg de cocaína.

Durante a fiscalização de passageiros, documentos de viagem e bagagens, cinco homens brasileiros e uma cidadã italiana foram conduzidos à delegacia da Polícia Federal por possuírem mandados de prisão expedidos pela Justiça Estadual dos estados de Goiás, Paraíba, Santa Catarina e São Paulo. Os detidos permaneceram à disposição do Poder Judiciário para as providências legais cabíveis.

Em ações distintas, dois homens foram presos em flagrante por tráfico internacional de drogas ao tentarem embarcar com destino à França, após ser constatado que transportavam cápsulas de entorpecentes no interior do organismo. Ambos foram encaminhados ao Hospital Geral de Guarulhos, com apoio da Polícia Penal do Estado de São Paulo, para acompanhamento médico-hospitalar até a eliminação total das cápsulas, garantindo a preservação da integridade física dos presos.

Além disso, durante procedimentos de fiscalização de bagagens realizados pela Receita Federal, foi localizada uma mala abandonada contendo 34 kg de cocaína, a qual foi apreendida e encaminhada à Polícia Federal para os trâmites de polícia judiciária e adoção das medidas investigativas visando à identificação dos responsáveis.

Comunicação Social da Delegacia Especial no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos
Tel.: (11) 2445-2212
@pfspoficial

Fonte: Polícia Federal

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Pivetta admite possibilidade de boicote no DAE e diz que “já viu de tudo”

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) não descartou a possibilidade de ter ocorrido um boicote dentro do Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG) em meio à crise de abastecimento enfrentada pelo município. Questionado sobre a hipótese, Pivetta afirmou que já presenciou diferentes situações na autarquia, mas evitou apontar possíveis responsáveis.

“A gente já viu de tudo lá, tá? Já vimos de tudo lá, mas nós vamos vencer. O importante é que o interesse da população vai prevalecer”, afirmou o governador.

A declaração ocorre em meio à tentativa do Governo do Estado e da Prefeitura de Várzea Grande de enfrentar os problemas históricos do sistema de abastecimento. A crise também ganhou contornos políticos após episódios envolvendo a administração do DAE e a troca de integrantes da direção da autarquia.

Entre os episódios que aumentaram a pressão sobre o departamento está a divulgação de um vídeo no qual o então diretor Rogerinho Dakar aparece com uma mala contendo dinheiro. O caso provocou questionamentos sobre a gestão do DAE e ampliou o desgaste em torno da estrutura responsável pelo abastecimento da cidade.

Apesar dos problemas, Pivetta afirmou que as medidas adotadas pelo Estado já começaram a apresentar resultados. Segundo o governador, 14 poços que estavam desativados foram recuperados, permitindo uma produção aproximada de 700 mil litros de água por hora. As ações teriam beneficiado cerca de 20% dos moradores que enfrentavam problemas de abastecimento.

O governador, no entanto, afirmou que ainda existem dificuldades para identificar a origem de todos os problemas no sistema.

“O grande problema lá é o mistério que existe debaixo das ruas que precisa ser conhecido. E nós estamos lá mapeando isso”, explicou.

Pivetta disse que equipamentos e materiais já foram adquiridos para ampliar as ações, mas parte dos itens ainda não chegou por se tratar de produtos importados. Por enquanto, segundo ele, o trabalho tem se concentrado na recuperação de estruturas existentes e na reativação de poços.

As ações fazem parte da “Aliança pela Água”, acordo firmado entre Governo do Estado, Prefeitura de Várzea Grande, Ministério Público e Tribunal de Contas de Mato Grosso. O objetivo é buscar uma solução para os problemas estruturais do DAE e evitar medidas mais drásticas para a gestão da autarquia. O TCE já havia apontado um cenário de endividamento superior a R$ 315 milhões e suspeitas de irregularidades administrativas.

Pivetta reconheceu que ainda há um longo caminho pela frente.

“Cerca de 20% da população que sofria com a falta de abastecimento de água já tem água. Temos 80% para vencer ainda”, afirmou.

Apesar de admitir a possibilidade de boicote, o governador não apresentou evidências de que a prática tenha ocorrido nem indicou quem poderia estar envolvido. A declaração, portanto, mantém a hipótese no campo da suspeita enquanto as autoridades avançam na apuração e nas medidas para tentar normalizar o abastecimento em Várzea Grande.

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