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“O Agente Secreto” é indicado ao César como melhor filme estrangeiro

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Depois de receber quatro indicações ao Oscar de 2026 pela Academia de Hollywood — e também ao chamado Oscar britânico, o Bafta —, o filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, acaba de ser indicado ao que é considerado o Oscar francês, o César, como filme estrangeiro.

E esse anúncio acontece nove anos depois de Aquarius, do mesmo diretor, ser indicado na mesma categoria.

O Agente Secreto, estrelado pelo ator Wagner Moura, filme que já ganhou dois Globos de Ouro,  vai competir pelo César com o espanhol Sirat, o chinês Black Dog, o americano Uma Batalha após a outra e o norueguês Valor Sentimental.

Nouvelle Vague, de Richard Linklater, lidera a disputa com dez indicações, incluindo a de melhor filme.

 A cerimônia de entrega do César está marcada para 27 de fevereiro, em Paris.

Já os vencedores do Bafta, em que O Agente Secreto concorre como melhor filme em língua não inglesa e melhor roteiro original, serão conhecidos 5 dias antes, em 22 de fevereiro, em Londres.

Agora, pra gente saber se o filme vai trazer um Oscar pra casa, só no dia 15 de março, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Na premiação de Hollywood, o filme de Kleber Mendonça Filho foi indicado como melhor filme, melhor ator com Wagner Moura, melhor filme internacional, e melhor seleção de elenco.


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026

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A´UWÊ,  A´UWÊ,  A´UWÊ!  VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa  povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de  Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

 Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo  tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento  Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem  refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.

Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:

Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.

Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.


Fonte: EBC Cultura

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