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Rede de enfrentamento se reúne para avaliar ações realizadas e planejar estratégias para 2026

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Na manhã desta sexta-feira (30), representantes da Rede de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher participaram da primeira reunião do ano em Lucas do Rio Verde. O encontro teve como foco fazer um balanço das ações realizadas ao longo de 2025, discutir o que pode ser melhorado em 2026 e alinhar atividades que devem acontecer no mês de março.

Mais do que criar novos projetos, a proposta da reunião foi fortalecer o que o município já tem, melhorando o trabalho em conjunto entre os setores e garantindo um atendimento mais próximo e humano às mulheres vítimas de violência.

A reunião aconteceu no Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), espaço que passa a ser o ponto central dos encontros da rede. O local foi pensado para acolher mulheres em situação de violência, oferecer orientação e também capacitação profissional, que, na próxima semana, iniciará uma nova turma de capacitação para mulheres.

À frente do encontro, a primeira-dama e secretária de Assistência Social e Habitação, Janice Ribeiro, destacou que 2026 será um ano de avanço das ações já existentes no município. “Este ano queremos fortalecer ainda mais as atividades da rede. A ideia é organizar melhor os atendimentos, ampliar o diálogo entre os setores e convidar a sociedade a caminhar junto com a gente. Quando todos participam, somando ideias e esforços, conseguimos fazer a diferença na vida das mulheres”, afirmou.

A presidente do Conselho dos Direitos da Mulher, Karime Souto, explicou que o encontro marca o início de um ano de muito trabalho e organização da rede. “Essa primeira reunião é importante para a gente alinhar o que vai ser feito em 2026. Vamos continuar debatendo, trazendo demandas e buscando melhorar a qualidade do serviço prestado, tanto para a rede quanto para os munícipes,” destacou.

O promotor de Justiça Criminal, Samuel Costa, ressaltou que em 2026, as ações preventivas serão ainda mais intensificados. “Em 2026, além da atuação nos processos criminais, vamos reforçar as ações preventivas. O projeto ‘Papo de Homem para Homem’ foi lançado justamente com esse objetivo: promover diálogo, conscientização e orientação, principalmente com os homens. A violência muitas vezes começa com palavras e atitudes que vão sendo naturalizadas, e esse trabalho busca interromper esse ciclo”, explicou.

A rede segue trabalhando para que as mulheres do município encontrem apoio, orientação e oportunidades, lembrando que o enfrentamento à violência começa com acolhimento, informação e participação de todos.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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