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Polícia Civil e Gaeco recuperam insulinas furtadas e investigam possível crime de peculato

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Um homem, de 48 anos, foi preso pela Polícia Civil, por intermédio da Delegacia Especializada em Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis, em ação conjunta com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), na sexta-feira (30.1).

O suspeito foi identificado durante diligências para apurar um furto ocorrido no Hospital Regional de Rondonópolis. Com ele foram apreendidas 10 ampolas de insulina do tipo Novolin.

A ação¿ integrada é resultado d¿as investigações iniciadas após denúncia¿ acerca da subtração de medicamentos na unidade de saúde. As equipes passaram ¿a apurar os fatos ¿c¿om objetivo de identificar o autor do crime e localizar ¿ as medicações ¿f¿urtadas.

¿O¿s policiais chegaram à identificação de um farmacêutico que atuava tanto no Hospital Regional quanto na Cadeia Pública Feminina de Rondonópolis. As informações levantadas indicaram que o suspeito seria o autor do furto e que as medicações teriam sido levadas para a unidade prisional feminina.

¿D¿iante dos fatos as equipes ¿foram até a Cadeia Pública Feminina, onde foram localizadas as 10 unidades de insulina. Após a verificação, foi constatado que o lote das medicações correspondia ao material furtado do Hospital Regional.

Em seguida, os policiais realizaram a condução do suspeito à delegacia. Durante o interrogatório, o homem confirmou ter subtraído as medicações, alegando que o objetivo seria repassá-las para utilização das reeducandas da unidade prisional, negando a intenção de comercialização do produto.

O suspeito responderá pelo crime de peculato, que consiste na apropriação ou desvio de bem móvel por funcionário público em razão do cargo, em proveito próprio ou de terceiros.

As investigações prosseguem para o completo esclarecimento dos fatos.

Fonte: Governo MT – MT

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Juridicast debate desinformação e eleições com presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes

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Uma mulher de cabelos longos e claros, vestindo preto, e um homem de terno estão sentados em lados opostos de uma mesa redonda azul em um estúdio de podcast, com microfones e uma tela vertical ao fundo exibindo a logo O cenário eleitoral e os complexos desafios impostos pela era digital foram os temas centrais do novo episódio do Juridicast, o videocast do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Em um bate-papo esclarecedor, a desembargadora Serly Marcondes, presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), discutiu o enfrentamento à desinformação, o uso da inteligência artificial e a importância da conscientização do eleitor para a manutenção da democracia.

Na entrevista, a magistrada explica porque o TRE-MT passou a utilizar o termo desinformação em vez de “fake news”. Segundo ela, a mudança busca valorizar o papel da imprensa como parceira na divulgação de informações confiáveis durante o processo eleitoral.

“A imprensa é a nossa maior colaboradora, é a que prestigia todo o processo eleitoral, é a nossa parceira número um. A imprensa é o meu canal da verdade”, destaca a desembargadora.

IA no combate à desinformação

Outro assunto de destaque é o GuaIA, ferramenta de inteligência artificial desenvolvida em parceria pelo TRE de Mato Grosso, o TRE de Goiás e a Universidade Federal de Goiás (UFG). O sistema permite identificar e agilizar o tratamento de denúncias relacionadas à desinformação, reduzindo o impacto da circulação de conteúdos falsos durante o período eleitoral.

Close lateral de uma mulher de cabelos longos e loiros, vestindo blusa preta e um colar longo verde, gesticulando enquanto fala em um microfone instalado em uma mesa redonda azul.“A gente trabalha com um instrumento forte, rápido e efetivo, que faz com que a resposta do tribunal seja quase que imediata. Se você tem uma desinformação no ar, em 10 minutos é um estrago absurdo. Um enfrentamento rápido evita esse desgaste”, explica Serly Marcondes.

Ao longo do episódio, a presidente do TRE-MT também faz um alerta sobre a responsabilidade de cada cidadão no compartilhamento de informações. A orientação é simples: antes de encaminhar qualquer conteúdo, é preciso verificar a origem e a confiabilidade da informação.

“Se você não conhece a fonte daquele produto que chega no seu telefone, não reproduza. Isso é crime”, enfatiza.

Voto consciente e transparência

Além da desinformação, a conversa aborda outros temas importantes para o período eleitoral, como compra de votos, uso indevido de recursos públicos e a necessidade de que candidatos, servidores públicos e eleitores atuem com ética e responsabilidade.

A desembargadora também apresenta as medidas adotadas para garantir a segurança e a transparência das eleições, destacando o trabalho integrado entre instituições, por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), e os mecanismos de auditoria que acompanham todas as etapas do processo eleitoral.

A entrevista reúne orientações importantes para quem deseja compreender melhor o funcionamento da Justiça Eleitoral e o papel de cada cidadão no fortalecimento da democracia.

Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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