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Inscrições para Prêmio Jabuti Acadêmico vão até 19 de março

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As inscrições para a 3ª edição do Prêmio Jabuti Acadêmico já estão abertas. A premiação reconhece a importância da produção de livros acadêmicos, científicos, técnicos, profissionais e didáticos profissionais. O anúncio foi feito pela Câmara Brasileira do Livro, responsável pela organização.

As inscrições podem ser feitas até o dia 19 de março pelo site: premiojabuti.com.br.

Podem concorrer autores brasileiros, natos ou naturalizados, ou estrangeiros com moradia permanente no Brasil.

A novidade da edição deste ano é que autores do exterior serão admitidos exclusivamente em coletâneas.

A premiação contempla obras em língua portuguesa, sejam individuais, coletâneas, dicionários ou enciclopédias, obras didáticas e de divulgação científica, que foram publicadas durante todo o ano de 2025.

As obras só podem ser inscritas em apenas uma categoria e precisam ter Padrão Internacional de Numeração de Livro e Ficha Catalográfica emitidos no Brasil.

O Prêmio Jabuti Acadêmico tem 30 categorias, sendo 27 de Ciência e Cultura, as outras três são de Prêmios Especiais que incluem tradução, divulgação científica, ilustração e infografia.

A organização da premiação reforça que obras que tiverem uso de inteligência artificial identificado serão desqualificadas.

Os vencedores de cada uma das categorias vão receber uma estatueta e um prêmio de R$ 5 mil.

Mais informações sobre o Prêmio Jabuti Acadêmico estão na página da Câmara Brasileira do Livro, no endereço: cbl.org.br.

* Supervisão de Roberta Lopes


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026

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A´UWÊ,  A´UWÊ,  A´UWÊ!  VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa  povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de  Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

 Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo  tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento  Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem  refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.

Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:

Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.

Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.


Fonte: EBC Cultura

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