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Polícia Civil deflagra operação para combater crimes praticados por membros de facção

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (31.3), a Operação Linha Cortada, para apurar crimes de homicídio, corrupção de menores, tortura e organização criminosa, ligados a uma facção atuante em Mato Grosso, que vinham sendo ordenados de dentro da Penitenciária Central do Estado (PCE).

Nesta terça-feira, equipes da Divisão de Homicídios Da 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres dirigiram-se à PCE, onde, no pavilhão de dois integrantes da facção criminosa, foram apreendidas 138 trouxinhas de maconha, 219 trouxinhas de haxixe e quatro aparelhos celulares.

O delegado Fábio Viana Mateus, responsável pela investigação, destacou que a Operação Linha Cortada representa mais uma ação estratégica da Polícia Judiciária Civil no combate às facções criminosas que atuam dentro e fora do sistema prisional.

Segundo o delegado, as investigações apontam que integrantes da facção criminosa continuavam exercendo influência e praticando crimes graves, como homicídios, corrupção de menores, tortura e outros delitos, mesmo estando recolhidos no sistema penitenciário. Diante disso, a operação teve como objetivo interromper essa comunicação e enfraquecer a estrutura criminosa.

“O trabalho da Polícia Civil busca justamente cortar as linhas de comando que partem de dentro das unidades prisionais e que acabam refletindo em crimes nas ruas. As apreensões realizadas demonstram que a investigação está no caminho certo e que estamos atuando de forma firme para enfraquecer essas facções”, afirmou o delegado.

Fábio Viana Mateus também ressaltou que a Polícia Civil continuará intensificando as investigações e operações para garantir maior segurança à população.

“Nosso compromisso é com a sociedade. Seguiremos trabalhando de forma incansável para identificar os responsáveis por crimes graves e levar todos à responsabilização perante a Justiça”, concluiu.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Bebê recém-nascida é encontrada sem vida em lixeira de condomínio em VG

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A ocorrência registrada na manhã desta quinta-feira (23), no bairro Nova Várzea Grande, ganhou novos desdobramentos. O feto encontrado dentro de uma lixeira é de uma menina e, segundo as equipes que atuam no atendimento da ocorrência, estava totalmente formado, com cabelos e o cordão umbilical ainda preso ao corpo.

Os coletores de lixo que localizaram o feto ficaram profundamente abalados com a situação e acionaram a Polícia Militar. Conforme as primeiras avaliações realizadas no local, existem indícios de que o descarte tenha ocorrido poucas horas antes da localização.

De acordo com informações preliminares repassadas pelas equipes que acompanham a ocorrência, o corpo ainda apresentava sangue e características compatíveis com um parto muito recente. Esses indícios, no entanto, deverão ser confirmados ou descartados por meio dos exames periciais realizados pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

O local permanece isolado para os trabalhos de investigação. Equipes da Polícia Militar, da Politec e da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) realizam os levantamentos periciais e a coleta de informações que possam esclarecer as circunstâncias do caso.

A Polícia Civil também trabalha para obter imagens de câmeras de segurança da região e reunir outros elementos que permitam identificar quem abandonou o feto na lixeira.

A ocorrência segue em andamento e, até o momento, a identidade da mãe e as circunstâncias que levaram ao abandono do corpo ainda não foram esclarecidas. O caso será investigado pela Polícia Civil, que aguarda os laudos periciais para definir a dinâmica dos fatos e as eventuais responsabilidades criminais.

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