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Sábado tem campanha de doação de sangue em Várzea Grande

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A solidariedade ganha espaço neste sábado (18), em Várzea Grande, com mais uma oportunidade para salvar vidas. A Unidade de Coleta de Sangue Davi Almeida estará aberta das 7h30 às 12h, reforçando o convite à população para participar da campanha de doação de sangue.

A iniciativa, em parceria com o MT-Hemocentro, tem como objetivo ampliar os estoques e garantir o atendimento a pacientes que dependem de transfusões em toda a rede pública de saúde. A unidade está localizada na Avenida Gonçalo Botelho, nº 1700, no bairro Cristo Rei.

COMO DOAR

Para doar sangue, é necessário estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos (menores de idade devem apresentar autorização dos responsáveis), pesar no mínimo 50 quilos e apresentar documento oficial com foto. Também é importante estar alimentado, evitar alimentos gordurosos nas horas que antecedem a doação e não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas.

Cada doação pode salvar até quatro vidas, transformando um gesto simples em um ato essencial para quem mais precisa. A mobilização reforça a importância da participação da população para manter os estoques abastecidos e assegurar assistência a pacientes em situações de urgência e em tratamentos contínuos.

A orientação é que os voluntários procurem a unidade dentro do horário de atendimento e contribuam com esse gesto de empatia e cidadania. Doar sangue é um ato rápido, seguro e que faz toda a diferença.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Gasto com pessoal deixa Cuiabá a R$ 11 milhões do limite prudencial

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A Prefeitura de Cuiabá se aproximou do limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para despesas com pessoal. O gasto acumulado nos últimos 12 meses chegou a R$ 2,141 bilhões, o equivalente a 51,03% da Receita Corrente Líquida (RCL) ajustada). Com isso, o município ficou a apenas 0,27 ponto percentual do limite prudencial, fixado em 51,30%.

Os números constam no Relatório de Gestão Fiscal referente ao segundo quadrimestre de 2026, publicado pela própria Prefeitura na Gazeta Municipal. O limite de alerta previsto na legislação é de 48,60%, enquanto o teto máximo para a despesa com pessoal do Executivo municipal é de 54% da RCL.

Na prática, a margem financeira até o limite prudencial é de aproximadamente R$ 11,5 milhões. O cenário reduz o espaço para a administração municipal ampliar despesas permanentes com pessoal e exige atenção à evolução da folha nos próximos meses.

A situação ganha relevância porque a Prefeitura mantém uma folha salarial expressiva. Somente em agosto, a administração municipal informou que desembolsaria R$ 148,8 milhões em valores brutos para o pagamento dos servidores, incluindo salários, benefícios, férias, horas extras e outras verbas.

A LRF estabelece restrições quando a despesa com pessoal ultrapassa o limite prudencial. Entre as medidas previstas estão vedações à concessão de vantagens, aumentos, reajustes ou adequações de remuneração, ressalvadas as hipóteses previstas na própria legislação, além de restrições para criação de cargos e novas admissões.

A própria Lei de Diretrizes Orçamentárias de Cuiabá para 2026 determina que as despesas com pessoal sejam planejadas de modo a respeitar os limites estabelecidos pela legislação fiscal. O texto municipal também prevê restrições quando a despesa ultrapassa 57% da RCL, correspondente a 95% do limite máximo de 60% considerado para o município.

O avanço do gasto ocorre ainda em meio a novas necessidades de contratação na estrutura municipal. Na Educação, por exemplo, a Prefeitura abriu neste mês processo seletivo para 1.520 profissionais temporários que deverão atuar na rede municipal durante o ano letivo de 2027. A medida foi justificada pela necessidade de substituir servidores afastados e atender demandas temporárias da rede.

O cenário, portanto, coloca a gestão do prefeito Abilio Brunini diante do desafio de manter os serviços públicos e a folha em dia sem comprometer os limites fiscais. Caso a despesa continue avançando e ultrapasse o limite prudencial, a Prefeitura terá de observar as restrições previstas na LRF e adotar medidas para controlar o crescimento dos gastos.

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