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Prefeitura de Sinop abre inscrições para evento do Abril Verde com foco na saúde dos trabalhadores

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Saúde, está com inscrições abertas para o evento “Abril Verde: Cuidar de Quem Cuida”, que será realizado na próxima terça-feira (28). A iniciativa integra a programação do Abril Verde no município e tem como foco a promoção da saúde e segurança dos trabalhadores, com destaque para a saúde mental. O evento é gratuito e oferece certificado aos participantes que comparecerem aos dois turnos. As inscrições podem ser realizadas pelo link: https://www.sympla.com.br/evento/abril-verde-cuidar-de-quem-cuida/3368933.

O evento é promovido por meio da Vigilância em Saúde do Trabalhador (Visat) e do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) Regional Sinop. A programação ocorre das 8h às 16h, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil em Sinop, e é aberta ao público, sem restrições de participação.

A ação marca o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes de Trabalho, lembrado em 28 de abril, e busca ampliar a conscientização sobre a importância de ambientes laborais seguros. O evento reúne profissionais de diversas áreas para discutir temas atuais que impactam diretamente a qualidade de vida dos trabalhadores.

Ao detalhar o significado da data e a proposta do evento dentro da política pública de saúde do trabalhador, o diretor de Vigilância em Saúde do município, Jorge Bevilaqua, enfatizou o foco na conscientização e na prevenção. “O Abril Verde é um mês dedicado à saúde do trabalhador. O dia 28 é o dia D porque é uma data em alusão aos trabalhadores que vêm a óbito por algum acidente de trabalho ou alguma comorbidade causada pelo trabalho. Nós queremos, neste dia, com este evento, trazer a conscientização a todos os trabalhadores e empregadores sobre a importância do cuidado com a saúde mental desses servidores”, explicou.

O diretor também destacou que o direcionamento temático do evento é focado na necessidade de atenção à saúde mental no ambiente de trabalho. “Neste ano, nós vamos focar na saúde mental, porque vemos um aumento na procura por profissionais desta área em razão do estresse, das dificuldades do trabalho e dos transtornos. Nós queremos reduzir esse cenário, o que beneficia tanto o trabalhador quanto o empregador”, pontuou.

A coordenadora da Vigilância em Saúde do Trabalhador, Leila Berlet, ressaltou a importância do conteúdo programático e do espaço de diálogo entre os participantes. “A programação foi estruturada para garantir um dia completo de aprendizado e reflexão sobre a saúde do trabalhador. Teremos palestras com especialistas que abordam temas essenciais. Além disso, o evento cria um espaço qualificado para troca de experiências entre profissionais, o que fortalece a construção de práticas mais seguras e responsáveis no ambiente laboral”, afirmou.

A programação da manhã terá a palestra “Saúde Mental no Trabalho”, com o Dr. Moacir de Freitas Toledo, seguida pela palestra “Gestão de riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)”, com a Dra. Paula Bueno Ravena, e pela apresentação “O papel da Vigilância Epidemiológica na saúde do trabalhador”, com Joana Rodrigues Nascimento de Moraes da Silva, representante da Vigilância.

No período da tarde, a programação inclui a palestra “Síndrome de Burnout: Desafios, Impactos e Caminhos para a Promoção da Saúde Mental”, com Cezar Augusto da Silva Flores, seguida por “Acidente do trabalho: Principais consequências jurídicas”, com o Dr. Aluísio Feliphe Barros, e encerra com a palestra “O Protagonista da Prevenção: Por que o Cuidado Começa em Mim?”, ministrada por Luciana Fioravanso Pimentel.

No início do mês, a Prefeitura de Sinop firmou um compromisso intersetorial para a criação do Abril Verde Permanente no município. A iniciativa busca fortalecer as políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador, com foco na prevenção de acidentes e na promoção de ambientes de trabalho mais seguros e saudáveis.

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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