LUCAS DO RIO VERDE
Prefeitura de Sinop divulga 291 vagas de emprego pelo Sine nesta segunda-feira (11)
LUCAS DO RIO VERDE
A Prefeitura de Sinop disponibiliza, nesta segunda-feira (11), 291 vagas de emprego por meio do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico. As oportunidades contemplam diferentes áreas da economia e atendem candidatos com variados níveis de escolaridade e experiência profissional.
As vagas estão distribuídas entre setores como comércio, serviços, indústria, construção civil e área técnica. A área de Indústria e Produção se destaca, com mais de 100 vagas. Em seguida, aparecem os setores de Comércio (cerca de 60 vagas) e Construção Civil (aproximadamente 50 vagas).
As 291 oportunidades estão relacionadas a 55 ocupações diferentes (algumas funções com várias vagas). As 10 profissões mais demandas, em termos de quantitativo de vagas, são: auxiliar de linha de produção (76), ajudante de obras (23), auxiliar administrativo (16), consultor de vendas (15), classificador de grãos (13), operador de tralha elétrica (10), auxiliar de limpeza (9), auxiliar de estoque (9), atendente de padaria (8) e auxiliar de cozinha (8).
Entre as vagas que já divulgam previamente o valor do salário, existem oportunidades que partem de R$ 1,6 mil acrescido de comissão, para funções operacionais, podendo chegar a R$ 5 mil em cargos de maior qualificação e responsabilidade, além de benefícios adicionais como bonificação, comissões e cesta básica.
Os interessados devem comparecer ao Sine Sinop, localizado no Ganha Tempo, na Avenida das Acácias, n. 280, no bairro Jardim Botânico. É necessário apresentar documentos pessoais e currículo atualizado para participação nos processos de encaminhamento. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, por ordem de chegada. As vagas também podem ser consultadas no aplicativo Sine Fácil e no portal Emprega Brasil.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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