LUCAS DO RIO VERDE
Prefeitura de Sinop manifesta pesar pela morte do Sr. José Roscio Garcia, pai do vereador Célio Garcia
LUCAS DO RIO VERDE
A Prefeitura de Sinop manifesta profundo pesar pelo falecimento do Sr. José Roscio Garcia, pai do vereador Célio Garcia – 1º secretário da Câmara Municipal e líder do Executivo no Legislativo. A morte foi confirmada na manhã desta quinta-feira (28), causando comoção entre familiares, amigos e autoridades do município.
Em nome da administração municipal, o prefeito Roberto Dorner prestou solidariedade ao parlamentar e familiares, destacando o sentimento de tristeza pela perda e desejando força neste momento de despedida.
“Me solidarizo com o vereador Célio Garcia, nosso líder na Câmara, um amigo, pela passagem de seu pai. Estendo as condolências também aos familiares e amigos. Desejo força, conforto e serenidade para enfrentar esta irreparável perda. Que Deus conforte o coração de todos e o receba em sua paz eterna”, manifestou o prefeito.
O velório do Sr. José Roscio Garcia terá início às 4h30 da manhã, na Sala 05 do Memorial Luz e Vida. O sepultamento está previsto para ocorrer às 10h30 desta sexta-feira (29), no Cemitério Municipal Santo Antônio.
A Câmara Municipal de Sinop também decretou luto oficial de três dias, conforme a Portaria nº 126/2026, assinada pelo presidente da Casa, vereador Moisés do Jardim do Ouro. No documento, o Legislativo destaca a comoção causada pela perda e presta solidariedade ao vereador e familiares. Vereadores e servidores da Câmara também manifestaram pesar e desejaram força à família neste momento de dor.
A Prefeitura de Sinop se une às manifestações de solidariedade, desejando conforto aos familiares e amigos diante desta perda.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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