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Secretária de Saúde acompanha rotina e vistoria setores do Pronto-Socorro de Várzea Grande

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A secretária municipal de Saúde, Valéria Nogueira, passou a manhã desta sexta-feira (5) no Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande, acompanhando de perto a rotina da unidade e realizando alinhamentos com equipes de diversos setores.

Durante a visita, a gestora esteve no Departamento de Recursos Humanos, onde verificou trâmites administrativos, acessos aos sistemas e documentações dos profissionais. Em seguida, reuniu-se com a equipe do setor de Planejamento para discutir fluxos de trabalho e promover ajustes de conduta voltados à melhoria dos serviços prestados.

Valéria também visitou o setor de Assistência Social, acompanhando os processos de atendimento aos pacientes internados e o trabalho desenvolvido junto às famílias. Ao longo da agenda, a secretária orientou equipes, ouviu demandas e reforçou o apoio da gestão aos servidores.

A visita incluiu ainda a inspeção das obras de reforma da área administrativa da unidade, além da cozinha, farmácia, salas de repouso de médicos e enfermeiros e outros setores estratégicos do hospital.

Para a secretária, a presença da gestão nas unidades é fundamental para fortalecer o atendimento à população.

“Estar presente, acompanhar de perto a rotina dos serviços e dialogar com as equipes é essencial para identificar necessidades, alinhar processos e garantir melhores condições de trabalho aos profissionais. Nosso compromisso é oferecer um atendimento cada vez mais humanizado e eficiente à população”, destacou Valéria Nogueira.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Gasto com pessoal deixa Cuiabá a R$ 11 milhões do limite prudencial

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A Prefeitura de Cuiabá se aproximou do limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para despesas com pessoal. O gasto acumulado nos últimos 12 meses chegou a R$ 2,141 bilhões, o equivalente a 51,03% da Receita Corrente Líquida (RCL) ajustada). Com isso, o município ficou a apenas 0,27 ponto percentual do limite prudencial, fixado em 51,30%.

Os números constam no Relatório de Gestão Fiscal referente ao segundo quadrimestre de 2026, publicado pela própria Prefeitura na Gazeta Municipal. O limite de alerta previsto na legislação é de 48,60%, enquanto o teto máximo para a despesa com pessoal do Executivo municipal é de 54% da RCL.

Na prática, a margem financeira até o limite prudencial é de aproximadamente R$ 11,5 milhões. O cenário reduz o espaço para a administração municipal ampliar despesas permanentes com pessoal e exige atenção à evolução da folha nos próximos meses.

A situação ganha relevância porque a Prefeitura mantém uma folha salarial expressiva. Somente em agosto, a administração municipal informou que desembolsaria R$ 148,8 milhões em valores brutos para o pagamento dos servidores, incluindo salários, benefícios, férias, horas extras e outras verbas.

A LRF estabelece restrições quando a despesa com pessoal ultrapassa o limite prudencial. Entre as medidas previstas estão vedações à concessão de vantagens, aumentos, reajustes ou adequações de remuneração, ressalvadas as hipóteses previstas na própria legislação, além de restrições para criação de cargos e novas admissões.

A própria Lei de Diretrizes Orçamentárias de Cuiabá para 2026 determina que as despesas com pessoal sejam planejadas de modo a respeitar os limites estabelecidos pela legislação fiscal. O texto municipal também prevê restrições quando a despesa ultrapassa 57% da RCL, correspondente a 95% do limite máximo de 60% considerado para o município.

O avanço do gasto ocorre ainda em meio a novas necessidades de contratação na estrutura municipal. Na Educação, por exemplo, a Prefeitura abriu neste mês processo seletivo para 1.520 profissionais temporários que deverão atuar na rede municipal durante o ano letivo de 2027. A medida foi justificada pela necessidade de substituir servidores afastados e atender demandas temporárias da rede.

O cenário, portanto, coloca a gestão do prefeito Abilio Brunini diante do desafio de manter os serviços públicos e a folha em dia sem comprometer os limites fiscais. Caso a despesa continue avançando e ultrapasse o limite prudencial, a Prefeitura terá de observar as restrições previstas na LRF e adotar medidas para controlar o crescimento dos gastos.

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