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Falha na Captação 5 interrompe fornecimento de água em regiões de Várzea Grande

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O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE/VG) informa que, neste domingo (14), foi registrado um rompimento na saída da tubulação da Captação 5 da ETA Imigrantes, comprometendo o abastecimento de água em diversas regiões do município.

As equipes técnicas do DAE/VG foram mobilizadas imediatamente e já trabalham no local para realizar os reparos necessários e restabelecer o sistema o mais rápido possível.

A previsão é que os serviços de manutenção sejam concluídos até a tarde desta segunda-feira (15).

Durante este período, poderá ocorrer interrupção ou baixa pressão no fornecimento de água nos seguintes bairros:

* 15 de Maio
* Milton Figueiredo
* Portal dos Imigrantes
* Loteamento Campo Verde
* Vida Nova
* Vitória Régia
* Vila Operária
* Santa Cecília
* Sayonara
* Capela do Piçarrão
* Monte Castelo
* 13 de Setembro
* Eliane Gomes
* 7 de Maio
* Souza Lima
* Brasil Novo
* Gilson de Barros
* Gonçalo Botelho
* 24 de Dezembro
* Pequizeiro
* Parque Boa Vista
* Pai André
* Praia Grande

O DAE/VG orienta os moradores das localidades afetadas a utilizarem a água de forma consciente, priorizando atividades essenciais até a normalização completa do abastecimento.

Nesta segunda-feira haverá mobilização de caminhões pipas para as regiões afetadas.

A autarquia agradece a compreensão de todos e reforça que seguirá atualizando a população sobre o andamento dos trabalhos.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Gasto com pessoal deixa Cuiabá a R$ 11 milhões do limite prudencial

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A Prefeitura de Cuiabá se aproximou do limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para despesas com pessoal. O gasto acumulado nos últimos 12 meses chegou a R$ 2,141 bilhões, o equivalente a 51,03% da Receita Corrente Líquida (RCL) ajustada). Com isso, o município ficou a apenas 0,27 ponto percentual do limite prudencial, fixado em 51,30%.

Os números constam no Relatório de Gestão Fiscal referente ao segundo quadrimestre de 2026, publicado pela própria Prefeitura na Gazeta Municipal. O limite de alerta previsto na legislação é de 48,60%, enquanto o teto máximo para a despesa com pessoal do Executivo municipal é de 54% da RCL.

Na prática, a margem financeira até o limite prudencial é de aproximadamente R$ 11,5 milhões. O cenário reduz o espaço para a administração municipal ampliar despesas permanentes com pessoal e exige atenção à evolução da folha nos próximos meses.

A situação ganha relevância porque a Prefeitura mantém uma folha salarial expressiva. Somente em agosto, a administração municipal informou que desembolsaria R$ 148,8 milhões em valores brutos para o pagamento dos servidores, incluindo salários, benefícios, férias, horas extras e outras verbas.

A LRF estabelece restrições quando a despesa com pessoal ultrapassa o limite prudencial. Entre as medidas previstas estão vedações à concessão de vantagens, aumentos, reajustes ou adequações de remuneração, ressalvadas as hipóteses previstas na própria legislação, além de restrições para criação de cargos e novas admissões.

A própria Lei de Diretrizes Orçamentárias de Cuiabá para 2026 determina que as despesas com pessoal sejam planejadas de modo a respeitar os limites estabelecidos pela legislação fiscal. O texto municipal também prevê restrições quando a despesa ultrapassa 57% da RCL, correspondente a 95% do limite máximo de 60% considerado para o município.

O avanço do gasto ocorre ainda em meio a novas necessidades de contratação na estrutura municipal. Na Educação, por exemplo, a Prefeitura abriu neste mês processo seletivo para 1.520 profissionais temporários que deverão atuar na rede municipal durante o ano letivo de 2027. A medida foi justificada pela necessidade de substituir servidores afastados e atender demandas temporárias da rede.

O cenário, portanto, coloca a gestão do prefeito Abilio Brunini diante do desafio de manter os serviços públicos e a folha em dia sem comprometer os limites fiscais. Caso a despesa continue avançando e ultrapasse o limite prudencial, a Prefeitura terá de observar as restrições previstas na LRF e adotar medidas para controlar o crescimento dos gastos.

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