Cidades
Concidade discute desenvolvimento urbano e econômico de Várzea Grande
Cidades
O Conselho da Cidade visa integrar e articular as políticas específicas e setoriais na área do desenvolvimento urbano ordenado, como planejamento e gestão
O Conselho Municipal da Cidade de Várzea Grande (Concidade) realizou, nesta quarta-feira (12), a primeira reunião ordinária de 2025 e da nova gestão municipal, liderada pela prefeita Flávia Moretti e pelo vice-prefeito, Tião da Zaeli, ambos do PL. A reunião foi presidida pela secretária municipal de Planejamento, Fabyane Nagazawa, presidente do Concidade.
Conforme a presidente do Conselho, a reunião visou discutir o desenvolvimento urbano e econômico de Várzea Grande. “Discutimos com empresários e movimentos da organização civil diversos temas, em especial o desenvolvimento de Várzea Grande em termo amplo. Aqui ouvimos sugestões do ramo empresarial para que o nosso município seja mais atraente para eles, como também para despertar o interesse de outros empreendedores para que possam vir para Várzea Grande”, relata Nagazawa.
O Concidade foi criado em Várzea Grande pela lei municipal n° 4151/2016. Conforme a legislação, o Conselho da Cidade visa integrar e articular as políticas específicas e setoriais na área do desenvolvimento urbano ordenado, como planejamento e gestão do uso do solo, habitação, saneamento ambiental, meio ambiente, transporte e mobilidade urbana.
“Discutimos 23 itens importantes e estamos dando acompanhamento também em algumas medidas que foram pautas em anos anteriores. Todos os conselheiros estão dispostos e prontos para fazer um grande trabalho pelo nosso município”, relata Fabyane.
O Conselho de Cidade, além de Fabyane, também é composto pelos seguintes membros titulares e suplentes: Sirley Tayane Pereira e Jackeline Alves de Azevedo Brandão (Secretaria de Planejamento); Bruno Paiva Fonseca e Caroline Barbosa Costa (Procuradoria); Everson Sanchez Parra e Regiane Marli Froes Rodrigues (Viação, Obras e Urbanismo); Gerson Scarton e José Carlos Miranda (Serviços Públicos e Mobilidade Urbana); Manoela Rondon Ourives e Carmem Laura Machado (Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação); Inaracy Ramos Brito Taveira e Hebert Paes Falcão (Assuntos Estratégicos); Vicente Gomes Lacerda e Phillipe Henrique Araújo (Gestão Fazendária); Mário Quidá Neto e Deusilene Gomes Santana (Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo); Marcos Sabas Alves e Wilham Douglas dos Reis (Departamento de Água e Esgoto); vereadores Gisele Aparecida de Barros e Adilson Luiz Mayer de Arruda (Câmara Municipal), João Gumercindo Cassim e Tereza Gomes da Cunha (Lar de Idosos São Vicente de Paula); Valquíria Pereira de Barros e Daniel Pereira Barros Freire (Associação de Catadores de Materiais Recicláveis); Paulo Cesar Coelho Backes e Oscar José Soares do Prado Filho (Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor de Mato Grosso); David William Pintor e Andrea Ferreira Rocha (Câmara Dirigentes Lojistas de Várzea Grande); Marcleide Rocha Souza e Carlos Jaime Fagundes (Associação dos Construtoras e Incorporadoras de Mato Grosso); Vando Araújo Faustino e Francisco de Assis essa Campelo (Associação Comercial e Empresarial de Várzea Grande); Raquel Oliveira Correa e Rosanna Kally Spreafico Medeiros (Ordem dos Advogados do Brasil Várzea Grande); Vanor Oliveira Arantes e João Francisco Albuquerque (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso); João Antônio Silva Neto e André Nor (Conselho de Arquitetura e Urbanismo Mato Grosso); João Nobres Neto e Luiz Benedito de Lima Neto (Sindicato de Engenheiros de Mato Grosso); Manoel Gomes Coelho e Ederson de Oliveira (Sindicato das Empresas de Compras, Vendas, Locações e Administração de Imóveis de Mato Grosso).
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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