Cuiabá

Câmara aprova projeto “Vereadora por um Dia” para incentivar mulheres na política

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Cuiabá

Fabiana Prado | Assessoria da vereadora Katiuscia Manteli 

A Câmara Municipal de Cuiabá deu um passo importante para incentivar a participação feminina na política com a aprovação do projeto de resolução que institui o projeto “Vereadora por um Dia”, nesta quinta-feira (23). A proposta, da vereadora Katiuscia Manteli (PSB), será realizada anualmente, em março, durante o mês da mulher, e oferecerá a oportunidade para que mulheres conheçam de perto o funcionamento do Legislativo e sintam o que é ter voz e vez na política.

Ao apresentar o projeto, Katiuscia explicou com detalhes como a iniciativa pretende transformar a experiência política das mulheres.

“O número de mulheres na política ainda é pequeno, muitas vezes não por falta de competência, mas por falta de oportunidades. Com este projeto, cada vereador poderá indicar uma mulher para participar de uma sessão, conhecer a rotina do Parlamento e entender que ela também pode ocupar espaços de decisão. O objetivo final é que elas se sintam capazes e fortalecidas para atuar na política”, explicou. 

Em seguida, a vereadora Maysa Leão (Republicanos) parabenizou a colega pela iniciativa e ressaltou o impacto simbólico e inspirador para as mulheres que sonham em ocupar espaços de poder.

“Há pouco tempo não tínhamos nenhuma mulher neste plenário, e era difícil para as mulheres se enxergarem aqui. Hoje somos oito vereadoras, e iniciativas como essa ajudam a despertar nas meninas e mulheres o desejo de participar da política e ocupar espaços de decisão”, comentou.

A vereadora Paula Calil (PL), presidente da Mesa Diretora, também elogiou a iniciativa e frisou a importância de promover experiências que aproximem as mulheres da política.

“Projetos como esse fortalecem o sentimento de pertencimento das mulheres e mostram que elas têm lugar na política. A democracia só será plena quando homens e mulheres ocuparem igualmente os espaços de decisão”, pontuou. 

Já a vereadora Dra. Mara (Podemos) reforçou o caráter inspirador e educativo da proposta.

“Dessa vez não tem como eu dizer que o seu projeto não é extraordinário. Ele representa todas nós e todas as mulheres que têm vontade de participar da política, mas ainda têm dúvidas se esse é o seu lugar. Que elas se sintam pertencentes a este espaço”, destacou.

O projeto prevê que cada vereador indique uma participante, que passará por consultoria, atividades simuladas e acompanhamento da Secretaria de Apoio Legislativo, vivenciando na prática o dia a dia parlamentar. As participantes também poderão apresentar propostas nas áreas de educação, saúde, cultura, esporte, meio ambiente, mobilidade urbana, segurança e inclusão social, que poderão se transformar em projetos oficiais da Câmara.

“Quando conseguirmos mudar a percepção de que a política é distante, teremos mais mulheres nos espaços de decisão e em todos os níveis de gestão pública. Este projeto é um investimento na democracia, na igualdade de gênero e no futuro de Cuiabá”, concluiu Katiuscia.

A iniciativa reforça o compromisso da Câmara com representatividade, igualdade e formação de novas lideranças femininas, incentivando mulheres a acreditarem que podem transformar a política da cidade.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Plenário vota moções contrárias à indicação de Jorge Messias ao STF

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Antoniel Pontes | Assessoria do vereador Ranalli 

Com 11 votos favoráveis, a Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, na sessão desta quinta-feira (23), duas moções de repúdio contra a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal. As propostas foram apresentadas pelos vereadores Rafael Ranalli (PL) e Dilemário Alencar (União Brasil), levando ao plenário a discussão sobre a escolha para a mais alta Corte do país.

As manifestações fazem oposição direta à nomeação, sob o argumento de que a trajetória do indicado estaria fortemente vinculada a governos petistas, o que, segundo os parlamentares, levanta dúvidas sobre a independência necessária para o exercício do cargo.

Na justificativa, Ranalli destaca que a indicação gera “profunda preocupação” e menciona o episódio conhecido nacionalmente como “Bessias”, ocorrido em 2016, durante o governo Dilma Rousseff. À época, o nome de Messias apareceu em diálogos relacionados ao envio de um termo de posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em meio às investigações da Operação Lava Jato, fato que teve grande repercussão pública.

As moções também apontam críticas à atuação do indicado à frente da Advocacia-Geral da União, citando questionamentos sobre a condução de pautas jurídicas e suposta omissão em casos sensíveis, como descontos indevidos em benefícios do INSS.

Outro ponto levantado nos documentos é o perfil considerado político do indicado, com a alegação de que não haveria demonstração suficiente de independência e solidez técnica exigidas para um ministro do Supremo Tribunal Federal.

Ao final, Ranalli sustenta que o STF deve ser composto por nomes com reputação ilibada, equilíbrio institucional e compromisso absoluto com a Constituição Federal, posição reforçada com a aprovação das moções em plenário.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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