Cuiabá
CCI Maria Ignês promove baile semanal para idosos nesta sexta-feira
Cuiabá
Os idosos atendidos pelo Centro de Convivência do Idoso (CCI) Maria Ignês, localizado no CPA III, Setor II, participam nesta sexta-feira (12) do tradicional Baile Semanal, realizado das 8h30 às 10h30, na sede da unidade.
A iniciativa promove momentos de lazer, integração social e fortalecimento dos vínculos afetivos entre os participantes e integra o calendário de ações desenvolvidas pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão.
Ao longo desta semana, o CCI Maria Ignês realizou uma série de atividades voltadas ao desenvolvimento físico, social e educativo dos idosos. Entre as ações promovidas estiveram aulas de ginástica, encontros do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) e palestras ministradas pelo o delegado titular da Delegacia do Idoso, Marcos Veloso, sobre a violência contra a pessoa idosa, tema de grande relevância para a conscientização e proteção desse público.
As demais unidades da rede municipal de convivência também mantiveram uma programação diversificada. No CCI João Guerreiro, os participantes realizaram atividades de ginástica no pátio e participaram de uma roda de conversa conduzida por acadêmicos do curso de Medicina da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), com temas voltados à educação e à promoção da saúde.
Já no CCI Padre Firmo, a programação incluiu rodas de conversa conduzidas pela técnica Claudineide em alusão ao Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, além de ações de educação em saúde desenvolvidas por estagiários do curso de Medicina da UFMT e atividades voltadas à pessoa idosa promovidas por acadêmicos de Educação Física do Centro Universitário de Várzea Grande (Univag).
No CCI Aideê Pereira do Nascimento, os idosos participaram de uma ampla variedade de oficinas e atividades, como ginástica voltada para ritmos, mobilidade e equilíbrio, apresentações de siriri, coral, inclusão digital, sarau literário, jogos de mesa, aulas de crochê, artesanato e baile. As ações reforçam o compromisso da rede municipal com a promoção do envelhecimento ativo, saudável e participativo.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Ponte do Boa Esperança chega a 75% e entra na reta final com instalação das vigas
A reconstrução da ponte sobre o Córrego Fundo, no bairro Boa Esperança, atingiu cerca de 75% de execução e entrou em uma etapa decisiva. Com a infraestrutura e a mesoestrutura concluídas, as equipes da Prefeitura de Cuiabá avançam para a instalação das vigas pré-moldadas e da pré-laje. A previsão da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras é concluir todos os serviços, incluindo a pavimentação dos acessos, a sinalização e a liberação definitiva ao tráfego, nos próximos 45 dias.
O secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Edson Brasil, vistoriou a obra nesta sexta-feira (11) e destacou que a etapa mais pesada e complexa da reconstrução, que envolveu a infraestrutura e a execução da cortina de contenção, já foi concluída. Segundo ele, as vigas principais estão prontas e as próximas fases compreendem o lançamento dessas estruturas, a instalação das pré-lajes e das armaduras, a concretagem da laje e, posteriormente, a pavimentação asfáltica.
A intervenção direta e urgente da Prefeitura tornou-se necessária depois que a estrutura antiga apresentou graves problemas estruturais, com risco de desabamento. A ponte é responsável pela ligação entre o bairro Boa Esperança e a Avenida Arquimedes Pereira Lima, conhecida como Avenida do Moinho.
Nesta fase, também foi finalizado o aterro de uma das cabeceiras até a altura do pilar de sustentação. A preparação permitirá que as vigas, já disponíveis no canteiro de obras, sejam posicionadas com o auxílio de uma escavadeira hidráulica. Na sequência, serão instaladas as peças da pré-laje e montada a ferragem da laje superior.
O engenheiro Marco Farias, responsável pela reconstrução, explica que a pré-laje funciona como um forro de concreto pré-moldado colocado sobre as vigas. As peças foram produzidas no próprio local e dispensam a montagem de escoramentos, medida que contribui para dar continuidade ao serviço com mais agilidade. Sobre essa estrutura será construída a laje de rolamento, por onde passarão os veículos.
A laje terá 20 centímetros de espessura e, depois da concretagem, deverá permanecer entre 10 e 14 dias em processo de cura, período necessário para que o concreto adquira resistência antes da abertura ao tráfego. Durante esse intervalo, as equipes trabalharão nos serviços complementares, como a ligação da ponte com as cabeceiras, a execução da pista de rolamento, dos meios-fios, das sarjetas e dos acabamentos.
Ao comentar os questionamentos relacionados ao prazo de execução, Edson Brasil explicou que a construção de uma ponte envolve serviços de certa complexidade e que boa parte da etapa inicial ocorre abaixo do nível do solo, o que dificulta a percepção do avanço dos trabalhos pela população. O secretário ressaltou ainda que, diante da necessidade de interdição imediata, a Prefeitura assumiu diretamente a reconstrução, mobilizando equipes, equipamentos e conhecimento técnico próprios, sem depender do prazo exigido por um processo tradicional de contratação.
A ocorrência que comprometeu parte da estrutura foi registrada em 4 de março, e a reconstrução começou em junho. Segundo Marco Farias, uma das etapas mais complexas foi a execução da fundação dentro da água, trabalho que se estendeu até 26 de junho e interferiu no cronograma inicialmente previsto. “Não é tão simples construir uma ponte de concreto em 90 dias. Daqui para a frente, não prevemos problemas com chuva ou falta de material”, afirmou.
Para reforçar a segurança, a parte danificada está sendo refeita com estacas metálicas cravadas a 12 metros de profundidade e interligadas por uma base de concreto, solução diferente da fundação superficial existente anteriormente. Antes da reabertura, a estrutura será inspecionada e submetida a testes com caminhões carregados da própria Secretaria. A pista foi projetada para suportar veículos de até 60 toneladas.
De acordo com o engenheiro, a parte reconstruída poderá alcançar vida útil mínima estimada entre 40 e 50 anos, desde que receba manutenção adequada e não seja submetida a interferências anormais. Após a conclusão das etapas estruturais, dos acessos e da sinalização, a ponte será definitivamente liberada ao tráfego, restabelecendo a ligação direta entre o bairro Boa Esperança e a Avenida do Moinho.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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