Cuiabá
Primeira-secretária destaca união de vereadores em eleição da UCMMAT
Cuiabá
Aline Coelho – Assessoria da vereadora Katiuscia Manteli
A primeira-secretária da Câmara Municipal de Cuiabá, Katiuscia Manteli (PSB), utilizou o grande expediente da sessão desta quinta-feira (11) para enaltecer a atuação conjunta dos parlamentares de Cuiabá na eleição da União das Câmaras Municipais de Mato Grosso (UCMMAT). O pleito marcou o retorno da capital a uma posição de protagonismo dentro da entidade, após anos sem representação direta.
Segundo Katiuscia, a mobilização dos 27 vereadores da capital foi fundamental para consolidar a vitória do vereador Kássio Coelho (Podemos), que assume a presidência da UCMMAT.
“Essa eleição mostrou, mais uma vez, a importância da união na Câmara de Cuiabá. Independentemente de ser base, oposição ou independência, todos demonstraram cuidado uns com os outros e compromisso com esta Casa”, afirmou.
A parlamentar lembrou que vereadores de outros municípios destacaram a presença constante da bancada cuiabana durante todo o processo de votação e apuração. Para ela, esse movimento recolocou o Legislativo da capital em evidência.
“Ontem fizemos história, como era o papel desta legislatura: mostrar união e fazer a diferença”, ressaltou.
Katiuscia também agradeceu o apoio político do deputado Max Russi, líder do PSB em Mato Grosso, que coordenou a mobilização junto aos vereadores do interior. A vereadora destacou ainda o trabalho do colega Ilde Taques, que contribuiu na organização e articulação da campanha.
Em sua fala, a parlamentar defendeu que a UCMMAT seja fortalecida e receba estrutura adequada para atender os vereadores do interior que buscam suporte em Cuiabá.
“São centenas de vereadores que representam, fiscalizam e legislam pelos municípios e precisam de suporte administrativo, jurídico e técnico. Precisamos dar à UCMMAT o tamanho que ela merece”, disse.
Ao finalizar, Katiuscia parabenizou tanto o presidente eleito quanto o vereador Pelezinho, de São José do Rio Claro, que encabeçou a chapa de oposição.
“Eleições são parte da democracia. A vitória de um não significa a derrota do outro. O que importa agora é a união de todos em prol do fortalecimento das câmaras municipais de Mato Grosso”, concluiu.
Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
Cuiabá
Ponte do Boa Esperança chega a 75% e entra na reta final com instalação das vigas
A reconstrução da ponte sobre o Córrego Fundo, no bairro Boa Esperança, atingiu cerca de 75% de execução e entrou em uma etapa decisiva. Com a infraestrutura e a mesoestrutura concluídas, as equipes da Prefeitura de Cuiabá avançam para a instalação das vigas pré-moldadas e da pré-laje. A previsão da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras é concluir todos os serviços, incluindo a pavimentação dos acessos, a sinalização e a liberação definitiva ao tráfego, nos próximos 45 dias.
O secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Edson Brasil, vistoriou a obra nesta sexta-feira (11) e destacou que a etapa mais pesada e complexa da reconstrução, que envolveu a infraestrutura e a execução da cortina de contenção, já foi concluída. Segundo ele, as vigas principais estão prontas e as próximas fases compreendem o lançamento dessas estruturas, a instalação das pré-lajes e das armaduras, a concretagem da laje e, posteriormente, a pavimentação asfáltica.
A intervenção direta e urgente da Prefeitura tornou-se necessária depois que a estrutura antiga apresentou graves problemas estruturais, com risco de desabamento. A ponte é responsável pela ligação entre o bairro Boa Esperança e a Avenida Arquimedes Pereira Lima, conhecida como Avenida do Moinho.
Nesta fase, também foi finalizado o aterro de uma das cabeceiras até a altura do pilar de sustentação. A preparação permitirá que as vigas, já disponíveis no canteiro de obras, sejam posicionadas com o auxílio de uma escavadeira hidráulica. Na sequência, serão instaladas as peças da pré-laje e montada a ferragem da laje superior.
O engenheiro Marco Farias, responsável pela reconstrução, explica que a pré-laje funciona como um forro de concreto pré-moldado colocado sobre as vigas. As peças foram produzidas no próprio local e dispensam a montagem de escoramentos, medida que contribui para dar continuidade ao serviço com mais agilidade. Sobre essa estrutura será construída a laje de rolamento, por onde passarão os veículos.
A laje terá 20 centímetros de espessura e, depois da concretagem, deverá permanecer entre 10 e 14 dias em processo de cura, período necessário para que o concreto adquira resistência antes da abertura ao tráfego. Durante esse intervalo, as equipes trabalharão nos serviços complementares, como a ligação da ponte com as cabeceiras, a execução da pista de rolamento, dos meios-fios, das sarjetas e dos acabamentos.
Ao comentar os questionamentos relacionados ao prazo de execução, Edson Brasil explicou que a construção de uma ponte envolve serviços de certa complexidade e que boa parte da etapa inicial ocorre abaixo do nível do solo, o que dificulta a percepção do avanço dos trabalhos pela população. O secretário ressaltou ainda que, diante da necessidade de interdição imediata, a Prefeitura assumiu diretamente a reconstrução, mobilizando equipes, equipamentos e conhecimento técnico próprios, sem depender do prazo exigido por um processo tradicional de contratação.
A ocorrência que comprometeu parte da estrutura foi registrada em 4 de março, e a reconstrução começou em junho. Segundo Marco Farias, uma das etapas mais complexas foi a execução da fundação dentro da água, trabalho que se estendeu até 26 de junho e interferiu no cronograma inicialmente previsto. “Não é tão simples construir uma ponte de concreto em 90 dias. Daqui para a frente, não prevemos problemas com chuva ou falta de material”, afirmou.
Para reforçar a segurança, a parte danificada está sendo refeita com estacas metálicas cravadas a 12 metros de profundidade e interligadas por uma base de concreto, solução diferente da fundação superficial existente anteriormente. Antes da reabertura, a estrutura será inspecionada e submetida a testes com caminhões carregados da própria Secretaria. A pista foi projetada para suportar veículos de até 60 toneladas.
De acordo com o engenheiro, a parte reconstruída poderá alcançar vida útil mínima estimada entre 40 e 50 anos, desde que receba manutenção adequada e não seja submetida a interferências anormais. Após a conclusão das etapas estruturais, dos acessos e da sinalização, a ponte será definitivamente liberada ao tráfego, restabelecendo a ligação direta entre o bairro Boa Esperança e a Avenida do Moinho.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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