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4º Encontro Geração Coop reúne estudantes das cooperativas escolares e fortalece o protagonismo juvenil em Lucas do Rio Verde

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Na manhã desta terça-feira (11), 142 alunos da rede municipal que integram as cooperativas escolares se reuniram na sede da cooperativa Sicredi Ouro Verde MT/PA para participar do 4º Encontro Geração Coop. O encontro teve como objetivo promover a integração das cinco cooperativas instituídas no município, são elas: CeciCoop, da Escola Municipal Cecília Meireles; CooperEça, da Eça de Queirós; CooperLino, da Fredolino Vieira Barros; Coração Valente, da São Cristóvão e OlavoCoop, da Olavo Bilac.

Na ocasião, os presidentes de cada cooperativa participaram de um “talk show”, compartilhando experiências vivenciadas em suas escolas e suas trajetórias no cooperativismo, além dos desafios e aprendizados relacionados ao exercício da liderança.

Também foram realizadas atividades práticas, nas quais os estudantes desenvolveram habilidades de comunicação, trabalho em equipe, criatividade e entre outras.

(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)

Vallentina Follmann, presidente da CeciCoop, compartilhou, entusiasmada, o sentimento de participar pela primeira vez do Geração Coop. “Estou muito feliz por estar aqui e por todos os associados que puderam estar presentes hoje. Esse encontro é muito legal, porque podemos compartilhar as ações que desenvolvemos na nossa cooperativa. E se alguma outra gostar da nossa ideia, pode conversar conosco e se inspirar para fazer uma ação parecida em sua escola.”

Aprender, cooperar e transformar

Pioneiro em Mato Grosso, Lucas do Rio Verde é, até o momento, o único município do estado a desenvolver o Programa Cooperativas Escolares em sua rede municipal de ensino, em parceria com a Sicredi Ouro Verde MT/PA.

De acordo com a secretária municipal de Educação, Elaine Lovatel, os princípios do cooperativismo transmitidos pelo programa estão alinhados aos objetivos educacionais do município.

“Os princípios e as habilidades desenvolvidos conversam diretamente com a formação humana que nós esperamos que aconteça dentro das nossas unidades escolares. E, estrategicamente, como se trata de adolescentes, todo o conhecimento adquirido fortalecerá também o desenvolvimento acadêmico e profissional desses alunos. É visível a transformação dos estudantes que fazem parte das cooperativas escolares”, afirmou.

(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)

“Eles têm a oportunidade de, nas escolas, praticar o verdadeiro cooperativismo, realizar experiências e aprender com os erros e acertos. Assim, estamos semeando o cooperativismo em nosso município para que, no futuro, possamos colher muitos bons frutos, pois os jovens que estão aqui hoje serão os líderes de amanhã”, acrescentou o presidente da Sicredi Ouro Verde MT/PA, Eledir Techio.

(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)

Entre os estudantes que têm suas trajetórias transformadas pelo programa está Vanessa Maffra, aluna da Escola Municipal São Cristóvão e atual presidente da Coração Valente.

“A cooperativa forma pessoas muito mais conscientes e ligadas ao mundo. Participar dela há três anos aumentou a minha responsabilidade e a minha integração com as pessoas. Eu era uma pessoa que tinha muita vergonha e não conseguia conversar em público. Hoje, tenho mais facilidade para conversar com muitas pessoas, e isso me fez me abrir até mesmo em sala de aula”, relatou.

Por meio de iniciativas como essas, Lucas do Rio Verde consolida a educação municipal como agente de transformação social e formação cidadã, contribuindo para a promoção do protagonismo juvenil e do desenvolvimento de lideranças e de competências essenciais para que os estudantes luverdenses construam trajetórias sólidas e prósperas.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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