LUCAS DO RIO VERDE
Abertura da 14ª Copa Binotti/Sicredi de Futsal reúne emoção e grande participação em Lucas do Rio Verde
LUCAS DO RIO VERDE
Teve início neste sábado a 14ª edição da Copa Binotti/Sicredi de Futsal, marcada por muita emoção, empolgação e grande presença de atletas e torcedores. O evento é mais uma importante iniciativa do calendário esportivo de 2026, promovido pela Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer.
A competição reúne cerca de 120 equipes e mais de 1.500 atletas, distribuídos nas categorias dente de leite, mamadeira, fraldinha, pré-mirim, mirim, infantojuvenil, máster e sênior, consolidando-se como um dos maiores eventos do esporte amador no município.
A programação segue ao longo dos próximos dias, com jogos que prometem movimentar a cidade por mais de 60 dias, incentivando a prática esportiva, a integração entre os participantes e a valorização dos talentos locais.
O secretário municipal de Esporte e Lazer, André Matto, destacou a importância da competição para o fortalecimento do esporte no município.
“É uma alegria muito grande dar início a mais uma edição da Copa Binotti/Sicredi. Estamos falando de um evento que envolve centenas de atletas, famílias e toda a comunidade. Mais do que a competição, é um momento de incentivo ao esporte, de formação e de integração. Nossa expectativa é de grandes jogos e, principalmente, de valorização do espírito esportivo”, afirmou.
A competição segue nos seguintes locais: ginásio Rio Verde, Pimpão e Didé Martins, com muitos jogos, talento e espírito esportivo.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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