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Assistência Social divulga data e local do bazar beneficente deste ano

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O Bazar Beneficente vai acontecer mais uma vez em Lucas do Rio Verde. A edição deste ano será no dia 13 de dezembro, a partir das 8h, na Escola Érico Veríssimo, no bairro Rio Verde. A ação é organizada pela Secretaria de Assistência Social e Habitação e tem como principal objetivo manter projetos sociais e ajudar mulheres vítimas de violência no município.

Segundo a primeira-dama e secretária de Assistência Social e Habitação, Janice Ribeiro, o apoio da população é muito importante. “Agora é definitivo, o nosso Bazar Beneficente em prol de projetos sociais e mulheres vítimas de violência já tem data marcada. Temos lindas peças que já foram mostradas em vários desfiles no nosso município, mas nós ainda contamos com a sua participação. Dê uma olhadinha no seu guarda-roupa e aquilo que não serve para você vai fazer a diferença na vida de muitas pessoas”, explicou.

O bazar acontece todos os anos e é uma iniciativa da primeira-dama Janice. Neste ano, também haverá peças doadas por algumas pessoas públicas da cidade. Todos os itens, além de estarem em bom estado, serão vendidos por valores bem acessíveis.

Quem quiser ajudar pode doar roupas, calçados ou acessórios em bom estado. As doações podem ser entregues no Paço Municipal ou no Centro de Referência e Atendimento à Mulher (CRAM).

Se a pessoa não puder levar, a equipe pode buscar a doação em casa. O telefone é (65) 3548-2563.

A organização reforça o convite para toda a comunidade, pois o bazar é uma forma simples de ajudar e apoiar projetos que fazem diferença na vida de muitas pessoas.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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