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Atletas do Programa Viva Lucas são destaque na Copa do Brasil de Tênis de Mesa

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O Programa Viva Lucas, da Secretaria de Esporte e Lazer de Lucas do Rio Verde, também teve representação no final de semana, durante a Copa do Brasil de Tênis de Mesa. A competição de nível nacional contou com a participação de 14 atletas luverdenses e 14 medalhas conquistadas.

A Copa do Brasil de Tênis de Mesa aconteceu de 21 a 23 de novembro em Cuiabá, reunindo ao todo, 30 clubes de várias regiões do Brasil, sendo que Lucas do Rio Verde conquistou uma medalha de ouro, cinco pratas e oito bronzes.

No ranking geral, o município conquistou o quinto lugar na competição.

A avaliação do professor Robson Garcia, responsável pela escolinha de tênis de mesa, é satisfatória. “Ficamos muito feliz e orgulhosos pela evolução que o tênis de mesa está demonstrando, com muito treino e o apoio que a Secretaria de Esporte e Lazer e o Programa Viva Lucas nos dá. Isso possibilita que nossos atletas adquiram experiência e evoluam bastante. Os resultados estão aparecendo, fruto também da parceria com a Associação Luverdense de Tênis de Mesa”, ressaltou o professor.

Confira os destaques dos nossos atletas:

Paulo – Campeão Rating Masculino

Kemelly – 2º lugar Rating Feminino

Peterson – 2º lugar Rating Masculino

Cimini – 2º lugar Sub-19 Masculino

Lavynia – 2º lugar Sub-09 Feminino

Vitória – 3º lugar Rating Feminino

Maísa – 3º lugar Rating Feminino

Lavynia – 3º lugar Rating Feminino

Kemelly – 3º lugar Sub-21 Feminino

Fabrício – 3º lugar V40 Masculino

Kemelly – 3º lugar Sub-19 Feminino

Cimini – 3º lugar ABS C Masculino

Peterson – 3º lugar ABS D Masculino

Paulo Cesar – 3º lugar ABS F Masculino.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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