LUCAS DO RIO VERDE
Atletas luverdenses movimentam última etapa de BMX
LUCAS DO RIO VERDE
A 7ª e última etapa do Campeonato Mato-grossense de BMX Racing aconteceu neste domingo(5), na Pista Eromar Castro Gomes, em Lucas do Rio Verde, com a presença de pais e torcedores.
A corrida que aconteceu pela primeira vez no domingo de manhã, marca o encerramento da competição em 2025, com participação recorde de 80 atletas da Associação Lucas Raders de Lucas do Rio Verde e um total de 167 inscritos.
Para os organizadores, uma disputa importante e a avaliação geral da participação dos atletas luverdenses é muito positiva.
“A avaliação é positiva a gente tem aumentado números de atletas ao decorrer do ano. Hoje a gente está batendo nosso recorde, estamos com 80 atletas inscritos, recorde histórico, que aumenta o número de atletas e também vai aumentando o número de troféus. A gente espera continuar com esses bons resultados”, acrescentou o professor da escolinha de BMX Viva Lucas, Leonardo Bauer.
A disputa foi bastante acirrada, tendo em vista a busca pelo ranking estadual. Karolina Félix, de 16 anos, estava bem apreensiva, mas com boas expectativas pela prova ser em casa.
“Nossa pista é muito boa, com uma técnica boa, a gente tem bastante atletas aqui participando e atletas de fora, que vieram conhecer o nosso campeonato também. A expectativa é ganhar e subir no ranking”, ressaltou.
De São José do Rio Claro, o Rafael Carnavali, de apenas 10 anos, veio com vontade de vencer na final. “O coração tá batendo demais, tô com muita alegria, muita força de vontade e vamos pra cima, vamos vencer essa”, declarou.
O BMX em Lucas do Rio Verde é apoiado pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, com a escolinha de BMX Viva Lucas.
“A nossa equipe é a maior do estado, com a participação de 80 atletas, e a Secretaria de Esporte e Lazer está sempre apoiando, sempre auxiliando no necessário”, disse a coordenadora das escolinhas do Programa Viva Lucas, Sara Aline Uhlmann.
Confira os resultados da 7ª etapa do Campeonato Mato-grossense de BMX:
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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