LUCAS DO RIO VERDE
Cantarte 2025 está com inscrições abertas; Concurso musical premia talentos com até R$ 3.500
LUCAS DO RIO VERDE
Estão abertas até o dia 11 de julho as inscrições para o Cantarte 2025, concurso de canto promovido pela Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, com patrocínio do Sicredi. A iniciativa tem como objetivo revelar, valorizar e premiar os talentos musicais da cidade, com premiações que variam entre R$ 700 e R$ 3.500.
Voltado a intérpretes e compositores, o concurso contempla diferentes estilos musicais e faixas etárias. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente on-line, por meio deste formulário https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSflYPFlvayuAU9Ys_M6WItKseWIRbdPoOUhga62EyVmuojdcQ/viewform
O edital completo pode ser acessado neste link https://www.lucasdorioverde.mt.gov.br/arquivos/edital/421/edital_n_004-2025_cantarte_assinado.pdf
Categorias disponíveis:
• Infantil: de 6 a 11 anos
• Juvenil: de 12 a 17 anos
• Infantojuvenil Gospel: de 6 a 17 anos
• Nacional (MPB): a partir de 18 anos
• Sertanejo: a partir de 18 anos
• Gospel Adulto: a partir de 18 anos
Premiação por categoria:
Infantil / Juvenil / Infantojuvenil Gospel:
• 1º lugar: R$ 1.500 + troféu
• 2º lugar: R$ 1.000 + troféu
• 3º lugar: R$ 700 + troféu
Nacional / Sertanejo / Gospel Adulto:
• 1º lugar: R$ 3.500 + troféu
• 2º lugar: R$ 2.500 + troféu
• 3º lugar: R$ 1.500 + troféu
O Cantarte 2025 reafirma o compromisso do município com a valorização da arte, da cultura e dos artistas locais.
Dúvidas?
Entre em contato pelo telefone (65) 3548-2513 ou pelo e-mail [email protected].
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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