LUCAS DO RIO VERDE
Capacitação em primeiros socorros reforça preparo dos servidores do Previ Sinop
LUCAS DO RIO VERDE
O Previ Sinop realizou, na manhã desta sexta-feira (22), no auditório do Instituto, um treinamento de primeiros socorros voltado aos servidores, dando continuidade ao Plano de Capacitação da instituição. A capacitação foi promovida pela empresa Prestolabor, por meio do instrutor Edy Carlos, com duração de quatro horas.
Durante o encontro, os participantes receberam orientações sobre primeiros socorros básicos e a identificação de cenários que possam colocar a vítima em situação de risco. De acordo com o instrutor, “é necessário sempre avaliar o local em que a vítima se encontra antes de tentar ajudá-la, para que a situação não se torne prejudicial para ambos”. Ele também destacou que já houve casos de socorristas que perderam a vida ao tentar prestar atendimento sem a devida segurança. “É preciso cautela e conhecimento”, ressaltou. Além disso, orientou os servidores sobre a importância de acionar imediatamente os serviços de emergência, como Samu, Resgate ou Corpo de Bombeiros.
Além do conteúdo teórico, os servidores participaram de atividades práticas, simulando situações de atendimento entre vítimas e socorristas. “Para nós, é um conhecimento muito importante, pois nosso público, além dos próprios servidores, é formado por aposentados e pensionistas que passam diariamente pelo Previ. Por isso, precisamos aproveitar esses momentos de aprendizado”, destacou Sonia Fátima, assistente social do Instituto.
Entre os temas abordados pela Prestolabor estiveram atendimento em emergências, queimaduras, atendimento a vítimas de engasgo, manobras de reanimação, técnicas de imobilização, aferição de pressão arterial e temperatura, avaliação das vias aéreas, atendimento a vítimas com hemorragias, choques elétricos e casos de desmaio.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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