LUCAS DO RIO VERDE
Cidade de oportunidades: Lucas avança para viabilizar mais 150 moradias populares
LUCAS DO RIO VERDE
A Prefeitura de Lucas do Rio Verde deu mais um importante passo para ampliar o acesso à moradia aos luverdenses. Em parceria com os governos Federal e Estadual, a administração municipal trabalha para viabilizar novas unidades habitacionais. O projeto prevê a construção de 150 moradias horizontais isoladas, em imóveis que serão doados pelo Município ao Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), instrumento federal responsável pela viabilização de empreendimentos habitacionais destinados às famílias que se enquadram dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida – Faixa 1.
Para garantir a execução do empreendimento, a Prefeitura de Lucas do Rio Verde participará por meio da doação da área habitacional. O Governo do Estado de Mato Grosso também será parceiro da iniciativa, com autorização para aporte de até R$ 3,7 milhões, recurso que contribuirá para a viabilidade do projeto e melhorias das unidades habitacionais.
As moradias deverão ser implantadas no loteamento Jardim Primaveras III, aprovado pelo Decreto Municipal nº 7.180/2025. O empreendimento será composto por 150 unidades imobiliárias, com lotes de, no mínimo, 160 metros quadrados, garantindo mais qualidade de vida, conforto e segurança às futuras famílias beneficiadas.
O prefeito Miguel Vaz destacou que a habitação segue entre as prioridades da gestão municipal e reforçou o compromisso de buscar parcerias para ampliar as oportunidades de acesso à casa própria.
“Temos trabalhado de forma permanente para criar oportunidades para que mais famílias realizem o sonho da casa própria. Essa parceria entre Município, Estado e Governo Federal demonstra o compromisso conjunto com a melhoria da qualidade de vida da população e com o desenvolvimento social de Lucas do Rio Verde”, ressaltou.
A construção do empreendimento ficará sob responsabilidade da Ilha Construtora e Incorporadora, empresa selecionada por meio de chamamento público realizado pela Prefeitura. Conforme as regras do programa federal, a contratação definitiva dependerá da aprovação do projeto pela Caixa Econômica Federal, responsável pela análise técnica, financeira e de enquadramento nas exigências do Minha Casa, Minha Vida.
O próximo passo do processo será justamente a tramitação e aprovação do projeto junto à Caixa Econômica Federal, etapa conduzida pela empresa responsável pelo empreendimento. Após a aprovação e assinatura do contrato, poderão ser iniciados os procedimentos para execução das obras.
A primeira-dama e secretária de Assistência Social e Habitação, Janice Ribeiro, enfatizou que a habitação é um importante instrumento de inclusão social.
“Nos últimos anos, Lucas do Rio Verde avançou significativamente na oferta de moradias e seguimos trabalhando para ampliar esse acesso. Cada família contemplada conquista não apenas uma casa, mas também mais segurança, tranquilidade e perspectivas para o futuro. Essa nova parceria representa mais um passo importante para garantir dignidade às famílias que mais precisam”, afirmou.
As unidades habitacionais serão destinadas às famílias que atenderem aos critérios de renda estabelecidos pelo Programa Minha Casa, Minha Vida – Faixa 1. A seleção dos beneficiários será realizada posteriormente pela Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria de Assistência Social e Habitação, seguindo os critérios, requisitos e cronogramas definidos pela legislação vigente e por edital específico a ser divulgado futuramente.
Nos últimos anos, Lucas do Rio Verde tem avançado significativamente na ampliação do acesso à moradia, por meio de programas habitacionais e parcerias estratégicas com os governos estadual e federal. A previsão de mais 150 unidades habitacionais reforça o compromisso da gestão municipal em promover desenvolvimento com inclusão social, garantindo dignidade, segurança e mais oportunidades para as famílias luverdenses.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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