LUCAS DO RIO VERDE
Comemoração à Independência do Brasil é marcada por apresentações culturais em Lucas do Rio Verde
LUCAS DO RIO VERDE
Uma manhã esplendorosa para toda a comunidade de Lucas do Rio Verde que acompanhou o Ato Cívico em comemoração à Independência do Brasil, neste domingo (7). O evento foi realizado em frente ao Paço Municipal.
A solenidade contou com a presença do prefeito, Miguel Vaz, da primeira-dama e secretária de Assistência Social e Habitação, Janice Ribeiro, além dos secretários municipais, vereadores, forças de segurança, representantes de grupos de serviços e das escolas municipais.
“Neste 7 de Setembro, é momento de refletirmos sobre a importância da independência do Brasil e, sobretudo, de lembrarmos que, se cada um fizer a sua parte, podemos transformá-lo em um país de oportunidades. O Brasil é riquíssimo em recursos naturais, possui um clima tropical extraordinário, solos ricos e abundantes para a produção, além do potencial econômico”, declarou o prefeito, Miguel Vaz.
Em demonstração de respeito à pátria amada, o público entoou o Hino Nacional, acompanhado pela execução da Orquestra Sinfônica Jovem. Em seguida, foi executado o Hino de Lucas do Rio Verde.
Neste ano, o tradicional desfile — aguardado com entusiasmo pelas famílias e pela comunidade escolar — foi abrilhantado pelas apresentações culturais preparadas por estudantes da rede municipal e alunos das oficinas culturais da Secretaria de Cultura e Turismo.
(Foto: Ascom Prefeitura/Victor Pauletti)
O evento também contou com a participação da Banda da Escola Estadual Militar Tiradentes e das fanfarras da Escola Municipal Cecília Meireles e do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT).
O encerramento ficou por conta do Coral da Escola Municipal Cecília Meireles que emocionou o público ao interpretar a música “Só o Começo”, do Vocal Livre, e “Descobridor dos setes mares”, de Tim Maia.
“Acreditamos que interagir os alunos com a comunidade local através das apresentações culturais é uma forma de conectá-los e de ampliar a compreensão sobre o objetivo do 7 de Setembro. Agradeço a todos que colaboraram para a realização do desfile deste ano. Esperamos que a população tenha gostado desse formato diferenciado, para que no próximo ano ele esteja ainda mais aprimorado”, destacou a secretária de Educação, Elaine Lovatel.
“Quero, primeiramente, parabenizar o nosso prefeito, senhor Miguel Vaz, e a secretária de Educação, Elaine Lovatel, estendendo os cumprimentos a todas as forças de segurança do município, pelo brilhante desfile realizado hoje em frente ao Paço Municipal. Trata-se de um ato que vem a somar ainda mais a esta data tão importante, que é o 7 de Setembro”, afirmou o secretário de Segurança Pública, Coronel Marcos Cunha.
Leandro da Silva estava acompanhando o desfile com a família e destaca o orgulho de residir no município luverdense. “O desfile de 7 de Setembro deste ano trouxe, sem dúvida, o sentimento de patriotismo, mas, acima de tudo, reforçou o orgulho de viver em Lucas do Rio Verde. A cidade tem feito muito pela população e, ao vermos as crianças cantando, desfilando e marchando, sentimos um orgulho imenso de morar aqui.”
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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