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Espaço Vidas promove encontros com servidores municipais em alusão ao Setembro Amarelo

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Em alusão ao Setembro Amarelo, o Espaço Vidas (Valorização, Inclusão, Desenvolvimento Humano e Acolhimento dos Servidores) promoveu, nos dias 29 e 30 de setembro, encontros de reflexão sobre saúde mental voltado para servidores municipais em processo de readaptação de função, bem como para os psicólogos e equipes técnicas dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).

“A missão do Vidas é cuidar de quem cuida da comunidade luverdense, ou seja, os servidores públicos. Nesse sentido, organizamos dois encontros com o objetivo de ouvir, compreender e acolher as demandas de saúde mental desses dois grupos de profissionais, além de promover atividades voltadas ao relaxamento e ao bem-estar”, ressaltou o coordenador do Espaço Vidas, Wagner Godoy.

O primeiro encontro, realizado no Espaço Saúde, contou com palestra ministrada pela assistente social, Gabriele Ponciano, meditação guiada, roda de conversa, escuta qualificada e um café de confraternização voltado para os servidores em processo de reinserção laboral.

“Muitas vezes, nossa capacidade vai além do problema de saúde que nos limita fisicamente, mas nem sempre é percebida ou valorizada. Este momento é muito importante para refletirmos sobre essas questões e expressarmos nossas emoções, evitando que isso afete nossa saúde mental”, relatou a professora da C.E.I. Balão Mágico, Dayse Bandeira.

(Foto: Ascom Prefeitura/Reprodução)

A programação do dia seguinte incluiu caminhada no Parque dos Buritis, aula de ioga e meditação conduzida por Cintia Bonadiman, café da manhã, momentos de convivência, roda de conversa e troca de experiências entre os psicólogos da rede municipal e as equipes técnicas dos CAPS.

A psicóloga do CAPS Infantojuvenil, Milena Schutz, conta que um encontro pensado nos profissionais que cuidam da saúde mental dos luverdenses foi muito significativo. “Participar deste momento foi uma experiência significativa para mim. Em meio à rotina intensa que envolve cuidar da saúde mental de outras pessoas, ter um espaço pensado para nós, profissionais da psicologia, foi um verdadeiro respiro. Esse momento também foi importante para desacelerar, relaxar e fortalecer o vínculo com os colegas”.

“Atividades como essa são essenciais para fortalecer nosso bem-estar e saúde mental. Quando proporcionamos momentos fora do ambiente de trabalho, em contato com a natureza e com foco no autocuidado, favorecemos a redução do estresse, o fortalecimento dos vínculos e o bem-estar emocional. São ações simples, mas com grande impacto na qualidade de vida e na prevenção do adoecimento psíquico”, destacou a psicóloga da Secretaria de Assistência Social e Habitação, Laís Seixas.

(Foto: Ascom Prefeitura/Reprodução)

A realização desses encontros reforça o compromisso da gestão municipal e do Espaço Vidas em promover um ambiente de trabalho saudável, valorizando a saúde mental e o bem-estar dos servidores municipais. Ao investir em momentos de acolhimento, reflexão e convivência, a gestão reafirma que cuidar de quem cuida da comunidade é prioridade, fortalecendo vínculos e proporcionando qualidade de vida no serviço público.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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