LUCAS DO RIO VERDE
“Estamos realizando o sonho das pessoas e fortalecendo o pertencimento ao município”, afirma Miguel Vaz em marco histórico de 40 mil moradias do SER Família Habitação em Mato Grosso
LUCAS DO RIO VERDE
Lucas do Rio Verde se consolida como uma das principais referências em habitação em Mato Grosso, ao ocupar a segunda posição entre os municípios que mais viabilizaram investimentos no setor, dentro do programa SER Família Habitação. O destaque foi reforçado durante evento realizado em Cuiabá, que celebrou a marca de 40 mil moradias idealizadas no Estado, resultado da parceria entre o Governo de Mato Grosso e o Governo Federal.
De acordo com ranking da MT Participações e Projetos (MTPar), o município ultrapassou R$ 46 milhões em recursos destinados à entrada facilitada, por meio de subsídios à população, ficando atrás apenas de Cuiabá e Várzea Grande.
Durante o evento, o prefeito Miguel Vaz, acompanhado da primeira-dama e secretária de Assistência Social e Habitação, Janice Ribeiro, destacou à imprensa os avanços conquistados no município e o impacto direto das políticas públicas na vida das famílias.
“Hoje nós estamos com cerca de 4 mil oportunidades de moradia em Lucas, com o apoio do Governo do Estado e do Governo Federal. Então, isso é o que nós fizemos até agora e, como a demanda é grande no município, ainda pretendemos firmar novos convênios para fazer mais habitação. Como prefeito estou orgulhoso de, através de parcerias como a do Ser Família Habitação e do Minha Casa, Minha Vida, a gente poder realizar o sonho das pessoas.”
O prefeito também ressaltou o impacto social da casa própria na vida da população. “Quando ela consegue realizar esse sonho, cria e fortalce um sentimento de pertencimento muito forte, então as pessoas se sentem mais pertencentes ao município e, com isso, a vida melhora, com certeza.”
O evento também marcou o anúncio da continuidade do programa SER Família Habitação nos próximos anos. O governador Mauro Mendes destacou o impacto social da iniciativa. “Não são apenas números. São famílias que estão realizando um sonho de ter uma casa própria.”
O vice-governador Otaviano Pivetta reforçou o compromisso do Estado. “As contas do governo estão arrumadas. Avançamos muito na infraestrutura, e o Estado vai buscar mais para melhorar a vida daqueles mato-grossenses que não podem ter uma casa para morar. É possível ser ousado e promover este grande programa de habitação”, pontuou.
Já o ministro das Cidades, Jader Filho, destacou a importância da parceria entre os governos. “É a partir de parcerias como essas que muitos mato-grossenses podem realizar o sonho da casa própria”.
Atualmente, o programa SER Família Habitação está presente em 132 municípios, consolidando-se como uma das maiores iniciativas habitacionais do país.
Em Lucas do Rio Verde, os números refletem mais do que investimentos: consolidam uma política pública permanente e eficiente, estruturada por meio do Programa Ser Luverdense Habitação e do Fundo Municipal de Habitação, que oferece subsídios à população. Uma estratégia sólida, planejada e alinhada ao crescimento acelerado do município, que transforma realidades, promove dignidade e impulsiona o desenvolvimento, assegurando mais qualidade de vida para milhares de famílias.
(Foto: Ascom Prefeitura/)
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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