LUCAS DO RIO VERDE
Exponorte segue nesta sexta (29) e sábado (30) com atrações nacionais e entrada solidária de 1kg de alimento
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A Prefeitura de Sinop reforça o convite para que a população participe da entrada solidária da Exponorte 2026 nesta sexta-feira (29) e sábado (30), no Interpark. A ação ocorre por meio da doação de 1 quilo de alimento não perecível, que será destinado às famílias em situação de vulnerabilidade social acompanhadas pela rede municipal de assistência social.
A Exponorte, realizada com o apoio da Prefeitura de Sinop, conta com apresentações musicais, rodeios, parque de diversões, mini fazenda e praça de alimentação. Nesta sexta-feira (29), sobem ao palco Henrique & Juliano, Mato Grosso & Mathias e Léo Foguete. No sábado (30), a programação contará com apresentações de Luan Santana e Juntô Deu Moda.
Os alimentos arrecadados serão direcionados pela Secretaria Municipal de Assistência Social conforme critérios técnicos e socioassistenciais já adotados pela pasta. O atendimento prioriza famílias acompanhadas pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), além de instituições filantrópicas, casas de acolhimento, projetos sociais, associações comunitárias e entidades cadastradas na rede municipal.
O prefeito Roberto Dorner destacou que a participação da população possui papel fundamental para o sucesso da ação solidária promovida durante a Exponorte. “Pedimos para que as pessoas levem o alimento e contribuam. Muitas famílias e instituições serão beneficiadas com esses alimentos que serão destinados pela Assistência Social. A Exponorte movimenta a economia, promove lazer e também ajuda quem mais precisa”, afirmou.
A secretária municipal de Assistência Social, Sinéia Abreu, explicou que os alimentos arrecadados ajudam a ampliar a capacidade de atendimento da rede socioassistencial de Sinop. “Os alimentos arrecadados durante a Exponorte possuem impacto direto nos atendimentos realizados pelos CRAS, CREAS e entidades sociais do município. Muitas famílias enfrentam dificuldades e necessitam desse suporte para garantir alimentação dentro de casa. Além disso, instituições sociais e projetos comunitários também recebem esse auxílio para manter o trabalho permanente desenvolvido com pessoas em situação de vulnerabilidade social”, ressaltou.
Em 2025, a arrecadação da Exponorte somou aproximadamente 29 toneladas de alimentos, que foram recebidos, triados e distribuídos pela Secretaria Municipal de Assistência Social. As cestas básicas foram destinadas às famílias acompanhadas pelos CRAS e CREAS do município, além do suporte a entidades socioassistenciais e instituições filantrópicas cadastradas na rede municipal de assistência social.
Entre os atendidos estiveram famílias referenciadas pelos CRAS dos bairros Paulista, Palmeiras, Boa Esperança e Menino Jesus, além de usuários acompanhados pelo CREAS, Centro de Convivência, entidades filantrópicas, casas de acolhimento, projetos sociais e associações comunitárias.
No primeiro fim de semana da Exponorte 2026, cerca de 10 toneladas de alimentos foram arrecadadas com a contribuição do público. A expectativa da pasta é ampliar esse volume até o encerramento da programação.
As famílias que necessitam de auxílio alimentação devem procurar a unidade do CRAS mais próxima da residência. Nas unidades, as equipes técnicas realizam acolhimento e avaliação socioassistencial para análise dos critérios de vulnerabilidade e eventual concessão do benefício.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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