LUCAS DO RIO VERDE
Final do Cantarte 2026 será neste fim de semana com transmissão ao vivo e mais de R$ 40 mil em premiações
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A grande final do CANTARTE 2026 acontece neste sábado e domingo, dias 29 e 30 de agosto, a partir das 16h, na Praça Dr. Nelson Tanoue Hasegawa, no bairro Parque das Emas. Ao todo, 66 candidatos disputam o título da quinta edição do festival de canto, distribuídos em nove categorias, com premiação total que ultrapassa R$ 40 mil.
Dos cerca de 200 inscritos, 66 candidatos avançaram para a fase final. A seleção foi feita por edital, com avaliação técnica dos jurados. A realização é da Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, com patrocínio do Sicredi, objetivando incentivar novos talentos, fortalecer a cultura e valorizar artistas do município e da região.
A secretária municipal de Cultura e Turismo, Luciana Bauer, destaca o crescimento do festival. “O aumento no número de inscrições, a abrangência regional e a premiação reforçam a força que o Cantarte já conquistou. São candidatos que se dispuseram a subir ao palco e mostrar seu talento, acreditando no concurso e na seriedade com que realizamos, e agora vamos conhecer os melhores nesta grande final”, afirma.
A abrangência regional é uma das novidades desta quinta edição. A categoria adulto passou a receber inscrições de candidatos residentes em municípios da região do Vale do Teles Pires. O critério amplia o alcance do festival e reforça sua relevância na região.
O concurso é dividido em três faixas etárias, adulto (18 anos ou mais), juvenil (12 a 17 anos) e infantil (6 a 11 anos), cada uma com disputa nos estilos sertanejo, livre e gospel.
A disputa começa às 16h de sábado e segue no domingo, no mesmo horário, sempre na Praça Dr. Nelson Tanoue Hasegawa, localizada na Rua Mogno, no bairro Parque das Emas, próxima à Feira do Produtor Luiz Alberto Tecchio, com transmissão ao vivo pelos canais oficiais da Prefeitura de Lucas do Rio Verde no Youtube, Facebook e Instagram.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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