LUCAS DO RIO VERDE
Fisioterapia Municipal fecha 2025 com mais de 30 mil atendimentos
LUCAS DO RIO VERDE
A Fisioterapia Municipal, serviço ofertado pela Prefeitura de Lucas do Rio Verde, tem desempenhado um papel fundamental na reabilitação e na melhoria da qualidade de vida da população.
Somente em 2025, foram realizados mais de 30 mil atendimentos, com uma média de 150 pessoas por dia, demonstrando a grande demanda e a importância do serviço oferecido à comunidade.
A coordenadora da Fisioterapia Municipal Ana Paula Enzweiller, explica que os atendimentos são realizados individual ou em grupo, de acordo com as necessidades de cada paciente.
Os atendimentos são realizados por meio do encaminhamento das unidades básicas de saúde ou pelos médicos especialistas. Na Fisioterapia Municipal, os pacientes passam por avaliação, que estabelece o plano de tratamento.
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“A nossa equipe se destaca pelo trabalho humanizado e pela elaboração de planos terapêuticos individualizados, respeitando as necessidades específicas de cada paciente”, ressalta a coordenadora.
Atualmente, a unidade funciona nos três turnos. São 11 profissionais capacitados e equipamentos modernos, que possibilitam ofertar vários tipos de tratamento, da criança ao idoso.
Segundo a coordenadora, um dos grandes desafios da Fisioterapia Municipal são os pacientes que confirmam presença, mas faltam a sessão, sem avisar com antecedência.
“Fisioterapia necessita de regularidade. Quando o paciente falta, ele prejudica a si mesmo, porque não realiza o tratamento de forma contínua, o profissional, que fica ocioso na unidade e as pessoas que estão aguardando para serem chamadas”.
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Os principais diagnósticos estão relacionados a má postura e movimentos repetitivos no trabalho. São problemas que envolvem a coluna, tendinite, bursite ou algum tipo de lesão no braço.
A Fisioterapia Municipal está localizada a Avenida Rio de Janeiro, n. 240 S, esquina com a Rua Corbélia, bairro Jardim das Palmeiras.
Horário de atendimento
De segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 21h.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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