LUCAS DO RIO VERDE
Guarda Civil Municipal mantém atuação constante no primeiro trimestre e amplia atendimentos em 2026
LUCAS DO RIO VERDE
A Secretaria de Segurança Pública de Lucas do Rio Verde, por meio da Guarda Civil Municipal, manteve atuação constante e ampliou o número de atendimentos no primeiro trimestre de 2026, em comparação com o mesmo período de 2025, reforçando seu papel essencial na segurança e no suporte à população.
Entre janeiro e março de 2026, foram registradas 1.683 ocorrências, número ligeiramente superior ao mesmo período de 2025, que contabilizou 1.655 atendimentos. Os dados evidenciam não apenas a demanda pelos serviços da corporação, mas também a capacidade de resposta e presença ativa da GCM nas diversas frentes de atuação.
Entre os principais destaques, estão os atendimentos relacionados à violência doméstica, que seguem como uma das prioridades da Guarda, com 540 registros em 2026, frente a 370 casos em 2025, demonstrando a atuação firme no apoio às vítimas e na preservação da ordem pública.
“A Guarda Civil Municipal segue atuando com presença e compromisso em Lucas do Rio Verde. Os dados do primeiro trimestre de 2026 reforçam a confiança da população no trabalho da corporação. Seguiremos trabalhando com responsabilidade, apoiando a comunidade e fortalecendo cada vez mais a segurança do nosso município”, pontua secretário de Segurança Pública, Cel Cunha.
Outro ponto relevante é o crescimento no número de atendimentos em acidentes, que passaram de 121 ocorrências em 2025 para 429 em 2026, refletindo a atuação integrada da GCM no suporte a situações emergenciais e na organização urbana.
O levantamento também aponta aumento nos registros de denúncias, que saltaram de 80 em 2025 para 242 em 2026, indicando maior confiança da população no trabalho da Guarda e no uso dos canais de comunicação disponíveis.
Além disso, a corporação segue atuando em diversas frentes, como:
• apoio a outras forças de segurança;
• atendimentos sociais;
• fiscalização e orientação;
• mediação de conflitos;
• e ocorrências do dia a dia da cidade.
Outras naturezas também se destacaram no período, como atendimentos relacionados a apoio e atendimento geral (126 registros em 2026), som alto (34 ocorrências) e animais (125 atendimentos em 2025 e 50 em 2026), reforçando a diversidade das demandas atendidas pela Guarda.
O comparativo entre os dois períodos reforça o papel da Guarda Civil Municipal como uma instituição presente, acessível e preparada para atender às demandas da comunidade, contribuindo diretamente para a segurança, organização e bem-estar da população.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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