LUCAS DO RIO VERDE
Lucas do Rio Verde abre inscrições para cursos gratuitos do Senai
LUCAS DO RIO VERDE
Estão abertas as inscrições para três cursos profissionalizantes oferecidos pelo Programa Ser Família Capacita, em parceria com o Senai e com apoio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Habitação.
O cronograma contempla três formações distintas, voltadas para setores estratégicos da economia local:
Eletricista de Instalações Prediais: para quem deseja atuar na área de elétrica, com foco em instalações residenciais e comerciais.
Operador de Computador: qualificação no uso de ferramentas digitais, hoje indispensáveis em praticamente todas as áreas do mercado.
Operador de Pá Carregadeira: formação prática voltada para operação de máquinas pesadas, especialmente nos setores agrícola e da construção civil, em constante expansão na região.
As aulas terão início no dia 15 de outubro de 2025, sempre no período noturno, no Senai Lucas do Rio Verde, localizado na Rua Umuarama, 675S.
Podem participar jovens e adultos que tenham concluído o ensino fundamental. A idade mínima varia entre 14 e 18 anos, conforme o curso. No caso da formação para operador de máquinas, é exigida também a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A carga horária varia de 160 a 164 horas, de acordo com a opção escolhida.
As inscrições devem ser feitas on-line, por meio do formulário disponível aqui:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeSud1Y7G2As5CjKBFGiPVdwQ_gPJKK4Ozch2wnY9k9OeoVyQ/viewform
Em caso de dúvidas, os interessados podem procurar atendimento nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h.
Endereços de atendimento:
CRAS I – Avenida Bahia, 236 – Bairro Jardim das Palmeiras
CRAS II – Rua João Goulart, 3.470 – Bairro Jaime Seiti Fujii
CRAS III – Avenida Cuiabá, 1126 – Bairro Industrial
CRAM – Rua Sarandi, esquina com Avenida Bahia – Bairro Rio Verde
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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