LUCAS DO RIO VERDE
Lucas do Rio Verde: Dia “D” de Vacinação será realizado no sábado (22)
LUCAS DO RIO VERDE
A Secretaria Municipal de Saúde de Lucas do Rio Verde realiza no próximo sábado (22), o Dia “D” de Vacinação. A iniciativa faz parte da Campanha Nacional de Multivacinação, realizada pelo Ministério da Saúde.
Nove Unidades Básicas de Saúde (UBSs) estarão abertas das 7h às 17h, Rio Verde, Menino Deus, Jardim das Palmeiras, Jardim Primaveras, Tessele Junior, Parque das Américas, Jaime Seiti Fujii, Vida Nova e Parque das Emas.
O secretário de Saúde, Welligton Souto, ressalta que o objetivo do Dia “D” é dar a oportunidade para que os pais que trabalham durante a semana, possam garantir a imunização dos filhos.
Serão ofertadas todas as vacinas que compõem o Calendário Nacional de Imunização, com destaque para a atualização vacinal das crianças e adolescentes.
“Vacinação é coisa séria, por isso, chamo a atenção dos pais, para que levem os filhos a qualquer uma das unidades abertas e garantam a proteção necessária”, destaca o secretário.
Além do Dia “D”, as UBSs Parque das Araras e Parque das Emas, também funcionam nos finais de semana e feriados, das 13h às 18h, com sala de vacinação aberta.
Segundo a supervisora da Vigilância em Saúde, Cláudia Engelmann, os pais que não souberem se os filhos estão ou não com alguma dose em atraso, basta levá-los até qualquer uma das unidades de saúde.
Para vacinar, basta levar um documento com foto ou apresentar a versão digital e o cartão de vacinas. A Campanha de Multivacinação segue até o dia 1º de setembro.
“São várias vacinas destinadas as crianças e adolescentes e, muitas vezes, os pais na correria do dia a dia, acabam esquecendo. Por isso, é importante procurar uma UBS, verificar quais estão em atraso e se proteger.” finaliza a supervisora.
LUCAS DO RIO VERDE
Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas
A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.
Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.
Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.
“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.
Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.
A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.
“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.
Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)
Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.
“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.
(Foto: Na Cora Coralina)
O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.
“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.
O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.
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